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Diana Huh

Diana Huh - Psicologa

CRP. 06/103010

Psicóloga formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, tendo como base teórica a abordagem psicanalítica.

Atua na área clínica, realizando atendimento às crianças, adolescentes, adultos e idosos tendo em vista a prevenção e a intervenção de transtornos de ansiedade, depressão, violência, dependência química, dificuldade em relacionamento pessoal e no trabalho, insegurança, baixa autoestima, agressividade, entre outros.

Realiza especialização sobre Dependência Química, pelo HC-GREA e escreveu o artigo “Conseqüências do abuso sexual infantil no processo de desenvolvimento da criança: contribuições da teoria psicanalítica”. 

Possui experiência em atendimentos psicológicos na área da saúde mental, atuando com a equipe multidisciplinar, visando o diagnóstico e acompanhamento psicoterápico aos pacientes e seus familiares.

Atuou na área social e jurídica, realizando atendimentos psicológicos a indivíduos em situação de vulnerabilidade social, trabalhando principalmente os temas como: dependência química, violência doméstica contra a mulher, abuso sexual infantil, depressão, baixa autoestima, dificuldade em relacionamento pessoal e em ambiente profissional, insegurança, etc.

Experiência no atendimento a mulher em situações de vulnerabilidade emocional trabalhando principalmente no processo de ressignificação e retomada de autonomia.

Como profissional, é apaixonada pela abordagem psicanalítica acreditando que através da terapia/análise as modificações psíquicas, a ampliação da consciência e a redução de sintomas sejam alcançadas com êxito.  Concorda com Freud, pai da psicanálise, que “a partir da terapia podemos suportar e eliminar o que nos é prejudicial”.

                                                           

 

Sobre a psicanálise

A psicanálise é usada para se referir a uma teoria da personalidade, a um método de investigação e uma prática profissional desenvolvida pelo médico Sigmund Freud, nascido em 1856. 

 Em seus atendimentos a pacientes neuróticos, Freud descobriu que os pensamentos, as fantasias, os sonhos e a fala tinham relação direta com os sintomas que as pacientes apresentavam.

Percebeu que o sujeito através da repressão e da resistência encobria da consciência uma idéia, acontecimento ou representação insuportável e dolorosa a ele, permanecendo no mundo inconsciente do paciente gerando conflitos psíquicos e emocionais. 

Freud quebra todas as barreiras da ciência afirmando que o homem é formado por uma consciência e uma parte inconsciente que atua de forma independente da outra, sendo responsáveis pelas ações, sentimentos, e pensamentos. Então propôs a associação livre (falar o que vier a mente) como método para acessar os conteúdos inconscientes e entrar em contato com o mundo interno e subjetivo de cada um.

O objetivo da psicanálise é propiciar a ampliação da mente, tornando acessíveis seus conteúdos conscientes e inconscientes, podendo assim transformar e reduzir os sintomas trazidos pelos pacientes.

 

É através da fala do paciente e a intervenção necessária do terapeuta, que as experiências traumáticas e reprimidas são reduzidas e compreendidas colaborando com o processo de transformação.

Segundo o psicanalista Calligaris: “ Uma psicoterapia é uma experiência que transforma; pode-se sair dela sem o sofrimento do qual a gente se queixava inicialmente, mas ao custo de uma mudança. Na saída, não somos os mesmos sem dor; somos outros, diferentes". (p.73)