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Estudos feitos nos EUA mostraram que 9 em 1000 crianças sofreram abuso sexual ( dados de 1986). Em entrevistas 15,3 das meninas e 5,9 dos meninos relataram ter sofrido abuso.
As seqüelas deixadas por estes incidentes podem ser desde graves problemas sociais e psiquiátricos a problemas de comportamento, como agressão ou comportamento indevidamente sexualizados durante a infância, abuso de substancias, disfunção sexual na idade adulta, depressão, tendências suicidas, medo, etc.
Certos padrões de pensamento como auto-responsabilidade por acontecimentos negativos, sentimentos de ser diferente dos outros, menos confiança interpessoal, crença de que o mundo é um lugar perigoso, visão negativa da sexualidade e imagem corporal negativa.
O abuso perpetrado por uma pessoa que mantém com a criança um relacionamento estreito parece resultar em uma sintomatologia pós-trauma mais severa do que o abuso perpetrado por alguém que matem um relacionamento mais distante com a criança.
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