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Principais causas da hipocondria

A hipocondria afeta a percepção sobre o próprio corpo e a saúde, as causas para este transtorno podem ser orgânicas e psicológicas.

Na hipocondria clássica vemos doentes muito preocupados com a integridade, a perfeição e a regularidade de suas funções orgânicas. Nesse caso, a ordem é mais importante que a vida, a simetria é buscada com precisão obsessiva.¹

As causas da hipocondria podem estar relacionadas a história de vida, a fatores hereditários, culturais e, ainda, estritamente psíquicos.

A psicanálise vê a hipocondria como um fenômeno do narcisismo (o termo se relaciona ao investimento de muita energia, libido, em si próprio), observa-se que a doença orgânica é a via privilegiada para tornar evidente a perturbação econômica (desse investimento de energia interior) pela qual se delineia o narcisismo.²

O(a)  hipocondríaco(a) retira o investimento dos objetos do mundo exterior para concentrá-lo sobre o órgão que o(a) incomoda. A  retração do investimento no mundo dos objetos leva ao investimento no próprio corpo, encontrando-se na base da hipocondria este retorno narcísico para o eu.²

E se entendermos que “a psicologia individual é simultaneamente psicologia social”, pelo simples fato de que a subjetividade se constitui a partir da relação com o outro e suas diferenças, então, pode-se avançar a ideia, de acordo com Freud, de que as formações psicopatológicas falam da cultura, ou melhor, retiram dela o material de base que lhes dará forma, que lhes dará imagem.³

Estabelece-se, com isso, um diálogo que, colocando em evidência os modos de subjetivação de uma época, reproduz o que circula como representação coletiva. A partir daí, fica mais fácil entender como o imaginário da época, com suas referências estéticas, opera na construção dos novos sintomas.³

A palavra hipocondria recobre, então, numerosas questões relativas a diversos modos de funcionamento psíquico referentes à experiência do corpo.³

Sendo a queixa somática (sobre o corpo) um denominador comum, podemos pensar que formular uma queixa depende, antes de qualquer coisa, de uma percepção. De um modo geral, só nos queixamos quando percebemos algo que nos incomoda.³

De qualquer modo, é a pessoa, o indivíduo, que deve ser acolhido pelo(a) psicólogo(a) e compreendido em sua dor e possibilidade de ressignificação deste sofrimento, que é singular em sua manifestação e sentido.

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Marisa de Abreu Alves

Psicóloga

CRP 06/29493

1 Caixeta, M., Chaves, M., & Reis, O. R. (1999). Transtorno somatoforme de causa orgânica. Arq Neuropsiquiatr, 57(1), 120-125.

2 FORTES, Isabel. A anatomia fantasmática: o lugar do corpo em psicanálise. Rev. Epos,  Rio de Janeiro ,  v. 3, n. 2, dez. 2012 .

3 FERNANDES, Maria Helena. As formas corporais do sofrimento: a imagem da hipocondria. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, v. 4, n. 4, p. 61-80, 2001.






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