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Como lidar com o divórcio

O divórcio apresenta uma grande mudança na vida da pessoa. 

Separar-se de alguém com que se dividia uma rotina, planos, conquistas, responsabilidades,  traz uma forte ruptura na vida.

Podemos nos perguntar o que deu errado, onde erramos, ou o que poderia ter sido feito e não se fez. 

De um lado e do outro culpa, ressentimento, recriminações, e dor podem surgir.

Como qualquer outra perda na vida é preciso se ajustar à nova realidade. 

Às vezes é necessário lidar com a frustração de não ter concretizado um projeto de vida que girava em torno de um relacionamento que terminou.

O processo pós-divórcio engloba inúmeros ajustamentos, envolvendo desde a família de  origem até a família extensa, incluindo amigos e comunidade/sociedade. 

É preciso refletir sobre objetivos inciais e os impactos da vida em comum do casamento até o divórcio para se pensar nos próximos passos.

Emoção e razão são tomados pela situação e podem provocar um desequilíbrio.

Filhos também são parte da equação e dependendo da idade e da relação com os pais podem sentir o divórcio de modo diferente. 

O apoio oferecido pela família extensa, pelos amigos e pela escola é fundamental nesse processo após o divórcio, considerando toda a rede de apoio social da família.

O divórcio em recém casados é visto como o de melhor resolução, uma vez que envolve menos tempo de convívio e poucos laços familiares. Nesta situação começar a vida de novo pode ser mais fácil, uma vez que ambos têm experiências recentes de como é ser solteiro. 

Outro aspecto importante é que, muitas vezes, o casamento pode ter sido uma tentativa de independência, de um ou ambos os cônjuges, uma forma de ‘sair de casa’, ou, ainda, de se diferenciar da família de origem. 

Então, neste, as questões pendentes e não resolvidas, em sua maioria, referem-se à família de origem, e não à família recém constituída. 

Todo divórcio tem consequências para os envolvidos, e mesmo as separações desejadas, decorrentes de anos de insatisfação e sofrimento, acarretam sentimentos de perda, solidão, vazio e tristeza, características que permeiam o período pós-divórcio.

Desse modo, é importante que a pessoa reflita sobre si, sua história e seus desejos para se orientar para um futuro ainda pleno de possibilidades.

Mas num momento turbulento como esse, e que envolve um luto, um(a) psicólogo(a) pode ser uma ajuda importante para a pessoa lidar com divórcio e encontrar um caminho de bem-estar mesmo num momento tão estressante.

 Marisa de Abreu

Psicóloga

CRP 06/29493

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Referência:

CANO, Débora Staub et al. As transições familiares do divórcio ao recasamento no contexto brasileiro. Psicologia: reflexão e crítica, v. 22, n. 2, p. 214-222, 2009.

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