Unidade I: Rua Bela Cintra, 968 (Av. Paulista) São Paulo / Unidade II: Rua Frei Caneca, 33 - Centro, São Paulo / Fone central: (11) 3262-0621

Brigas bobas no relacionamento

AddThis Social Bookmark Button

 

briga boba

Entrevista cedida pela psicóloga Marisa de Abreu

 

Brigas bobas desgastam o relacionamento

 

 

...como reverter essa situação.

 

 

Exemplos de brigas bobas

Psicólogo: As pequenas brigas entre um casal ocorrem pela expectativa de que o outro saberá sempre quais são suas preferencias e estará sempre disposto a atende-lo.

A insatisfação quanto aos pequenos comportamentos alheios é a causa das pequenas brigas será mais intensa quanto maior for a dificuldade de comunicação deste casal.

Sendo assim surgem pequenas (e bobas) brigas em uma infinidade de situações, alguns exemplos (aparentemente ridículos) podem ser quando uma das partes:

- Não apagou a luz da cozinha depois de sair

- Comprou sorvete de sabor diferente do preferido do outro

- Demorou para pedir a pizza

- Convidou amigos para uma cerveja em casa sem avisar

- Colocou o copo do lado esquerdo do armário ao invés do lado direito

- Deitou-se no meio da cama.

- Acendeu a luz no meio da noite

- etc, etc, etc... ao infinito.

 

 

As brigas bobas são mais frequentes com...

Psicólogo: Pessoas com tendência a ter sempre um modelo pronto e muito específico em suas mentes quanto ao que espera do outro será mais propenso a iniciar pequenas brigas.

Casais que não treinam a comunicação também não conseguirão um acordo e pequenas brigas serão mais frequentes.

Casais onde não há empatia, ou seja, capacidade de entender o ponto de vista do outro também serão mais propensos a pequenas brigas.

 

Como salvar um amor desgastado

Psicólogo: Reinventando  a cada uma das partes do casal. Se você quer algo novo em sua vida você deve se transformar em uma nova pessoa, ou seja, se você é tão exigente a ponto de colocar a perder seu relacionamento você já fez uma escolha, você preferiu suas exigências a ter uma boa relação. Para mudar isso cada uma das partes deve escolher o relacionamento como prioridade e não seus gostos pessoais para coisas pequenas.

 

Dicas para um casal evitar brigas pequenas no casamento

Psicólogo: a- Antes de abrir a boca para reclamar de algo avalie se esta situação merece mesmo que você emita sua opinião ou se trata-se de algo pequeno que pode ser superado.

b- Reveja suas prioridades , você prefere que cada pequena coisa aconteça exatamente como você gostaria ou pode abrir mão de alguma coisa para ter um relacionamento harmonioso.

c- reveja a forma como coloca sua preferencias. Será que estas mesmas coisas não poderiam ser ditas de forma mais amena e sem ironias.

d- Caso não consiga sozinho procure um psicólogo para que ele o ajude a entender o porque de você contaminar este relacionamento com estas pequenas brigas. É possível que algo maior como um trauma o esteja impelindo a provocar brigas que nem você quer.


briga casalEntrevista cedida para o portal Vital da Unilever –Jornalista Fernanda Cury

 

 

Chega de brigas bobas - Discussões sem importância  desgastam a relação

 

Casais acabam discutindo por bobagens

Psicólogo: Cada pessoa tem a sua individualidade, seu modo de pensar e agir. Na convivência de um casal há diferenças que no começo do relacionamento podem ser mais fáceis de lidar, já que há uma disponibilidade maior do casal a conhecer o parceiro(a).

Com o passar do tempo, a rotina do casal se mistura com o estresse do trabalho e problemas corriqueiros e o homem e a mulher tendem a se voltar para o que está acontecendo consigo mesmo e não se tornando mais tão disponível para olhar, escutar e entender o outro( individualidade). Nesse momento é que começam a ocorrer as brigas bobas, a irritação entre os casais aumenta e as pequenas diferenças que existem entre eles que antes eram toleradas, compreendidas passam a ser um problema maior.

A falta de diálogo, a falta de tolerância na aceitação do outro e a inflexibilidade comportamental são fatores que contribuem para que haja esse tipo de brigas.

 

Conselhos para os casais aprenderem a controlar os “ânimos”

Psicólogo: O diálogo e a confiança são essenciais para evitar as brigas e o desgaste dentro do relacionamento. Se o casal não conversa, não consegue manter um vínculo de cumplicidade e de confiança para resolverem problemas. Então é necessário que o casal estabeleça uma rotina de conversa desde o começo do namoro confidenciando suas alegrias e tristezas, para que cada um saiba que pode confiar e ter um apoio quando for necessário.

Além disso o casal precisa estabelecer uma identidade deles, se aproximando cada vez mais do respeito e da compreensão de suas diferenças e para isso vão algumas dicas preciosas:

 

1. manter o diálogo

2. desenvolver alguma atividade junto com o companheiro

3. aprender a rir dos próprios defeitos e dos defeitos do outro

4. Respeitar a opinião do parceiro

5. preservar os momentos de intimidade

6. ter um espaço individual

7. Expor a sua opinião

8. fazer planos juntos

 

Educação dos filhos - como discutir suas divergências sem perder o respeito e a paciência

Psicólogo: A falta de comunicação, somada à dificuldade para resolver problemas em conjunto são fatores negativos na criação dos filhos. As divergências dos pais, veladas ou abertas, em relação à educação dos filhos, os deixam confusos .

Os conflitos, as divergências tornam–se mais fáceis de serem enfrentadas quando ambos os parceiros compreendem as a divergência de cada um e o objetivo real delas, ou seja, o casal precisa ter clareza de seus medos no modo de educar, os seus valores, expectativas e proteções.

A prioridade é olhar para a necessidade da crianças e não para  o satisfazer de seus próprios gostos. O diálogo e a harmonia entre o casal é de suma importância, para que o contrário não seja uma desculpa para divergir só porque o relacionamento não vai bem.

Dessa forma, construindo e analisando juntos a situação o casal começa a entender  porque estão divergindo, qual é o objetivo daquele modo de educar o filho, quais os benefícios e os malefícios que a tomada de decisão trará para eles e para a crianças a curto, médio e longo prazo. Pensar no bem estar dos filhos é a chave para conseguirem resolver as divergências sem colocar o relacionamento no meio.

 


 

marido

Entrevista cedida pela psicóloga Marisa de Abreu para Revista Madame Brasil

 

 

 

Quando o marido ganha menos que a esposa

 

Mitos e verdades

 

 

Os homens estão conseguindo lidar com esposas que ganham mais?

Acredito que ainda há uma grande quantidade de homens, e até de mulheres, que não se adaptam a esta realidade. O Papel do “provedor” ainda é muito forte. Creio que em algumas, privilegiadas, famílias os homens e mulheres conseguem ficar confortáveis com a renda familiar suprida principalmente pela mulher.

 

 

Quando o homem se sente rebaixado devido ao sucesso da mulher

O mal estar do homem pode vir tanto de sua cultura, como por exemplo o homem criado em famílias patriarcais e/ou machistas, como pode vir de características de personalidade, ou seja, um homem com tendências a insegurança tem mais probabilidades de não se sentir bem quando a mulher ganha mais.

 

 

O sentimento de frustração do homem pode afetar o casamento

Sim, principalmente porque muitas vezes o homem pode passar a ter um comportamento mais agressivo ms não admite a razão de seu desconforto, talvez nem para si mesmo.

 

 

Como essa situação afeta os filhos

Pelo péssimo exemplo dado pelo pai que não consegue se adaptar a esta realidade, ou talvez pela própria mãe que pode culpar o marido por ganhar menos que ela. As crianças aprendem muito pelo que vê em casa, mesmo que o discurso seja bonito se o comportamento não é tão bonito assim a criança perceberá qual o verdadeiro sentimento em casa.

 

Dicas de como a mulher deve proceder

Em primeiro lugar não considerar o marido como menos importante pelo fato dele ganhar menos. Não usar este argumento a cada discussão. Mostrar que o importante é que a família tenha uma boa renda não importa a fonte.

 

A mulher que se sente mal com o próprio sucesso

É possível que algumas mulheres, criadas para serem sustentadas por seus maridos ou para não se preocupar com contas e trabalhar para complementar uma pequena parte  da renda ou para custear apenas seus mimos pessoais sinta-se desprotegida quando percebe que ganha mais que o marido, mesmo que este marido não ganhe tão mal assim.

Para lidar melhor com a situação é preciso conscientizar-se de que é muito bacana que alguém tenha uma boa renda nesta família, independente de quem seja.

 

Como psicóloga, essa questão é frequente em seu consultório?  Se sim, na maioria das vezes, os casais conseguem resolver a crise?

Não, infelizmente ainda são poucas as mulheres que ganham mais que seus maridos mas as que passaram por meus atendimentos com este problema conseguiram administram bem a situação depois de um bom trabalho de reestruturação cognitiva.

 

Esse conflito de ordenados pode já começar no namoro

Alguns comportamentos de ciúmes podem ser indicativos desta insatisfação, algumas caras feias quando a namorada adquire algum produto mais caro, risinhos ou introversão  ao se referir al algo que indique um padrão maior da namorada, tudo são indicativos da falta de adaptação desde namorado com a renda maior da namorada.

Para que isso não seja um problema deve-se sempre “tratar”  muito  o assunto, seja falando sobre ou dando mostras de que as diferenças podem ser vantajosas, pois a parte que esta ganhando menos pode ser estimular a um maior crescimento profissional com o exemplo da outra parte.

 

 


viagem namorado

Um grande momento propenso à brigas bobas é a primeira viagem com o namorado

 

 

Entrevista cedida pela psicologa Marisa de Abreu  ao site Bolsa de Mulher - IG

 

1ª viagem com namorado

 

Como agir na viagem

Psicóloga: Imaginando que esta viagem será de lazer o comportamento deve ser adequado a ocasião, ou seja, divirta-se, seja espontânea, leve objetos que tenham a ver com o local, por exemplo se for ao sitio leve uma bola ou algo que seja de sua rotina para lazer. Proponha passeios e atividades que seja do interesse de ambas as partes. Não fique “dura” se auto observando demais, avaliando o que deve falar ou fazer.

 

O que não fazer para não assustar o namorado

Psicóloga: Não o considere seu psicólogo e passe a tarde falando de suas neuras ou ex namorado. Não exagere em atividades que não sejam costumeiras pois pode passar a impressão de você ser outra pessoa e depois dessa viagem você não conseguirá manter a atitude.

 

Se for viagem com a família dele dormir num quarto com ele pode ser  estranho

Psicóloga: Sinta como é a dinâmica a família, para alguns dormir no mesmo quarto é muito natural, para outras não. A dica é não afronta-los pois devemos respeitas as regras dos donos da casa.

 

Acordar cedo para ajudar nos afazeres domésticos é correto

Psicóloga: Depende da expectativa dos donos da casa. Algumas pessoas consideram até incomodo ter outra pessoa guardando (fora de lugar, pois você não conhece) seus objetos, outros já vão considerar muito simpático ter sua ajuda. Leve em consideração que recebe-la está sendo um trabalho a mais e amenizar este trabalho é demonstração de consideração de sua parte.

Mas se nesta viagem foi alugado uma casa para as férias e não foi contratado uma pessoa para estes serviços você deverá contribuir nos afazeres domésticos.

Não seria legal você posar de “Amélia” total caso não seja este seu perfil. Não ofereça nesta viagem o que não vai sustentar pelo resto do relacionamento.

 

Ajudar nas despesas como gasolina, aluguel da casa e supermercado

Psicóloga: Tudo depende do que foi combinado. Hoje em dia tudo é compartilhado mas sempre existe a possibilidade de você ser recebida como convidada e que seu cavalheiro fique ofendido caso você queira dividir despesas. A regra sempre será “sinta o que está sendo combinado mesmo que não seja explicito”.

 

Levar o cachorro na viagem

Psicóloga: Normalmente um cão ocupa muito tempo e espaço numa viagem. Só peça para levar caso a outra pessoa goste muito de cães e realmente não se importar.

 

 


 

diferença idade

Entrevista cedida pela psicóloga Marisa de Abreu para  Revista Viva Mais Ed Caras

 

 

Diferença de idade no casal

Relacionamento com homens mais novos ou mais velhos

 

 

- A partir de quantos anos de diferença pode-se causar dificuldade no casal?

Não existe este numero quando falamos de relacionamento. Já presenciei interações maravilhosas com diferenças de até 20 anos. Talvez o pior problema seja no fim da vida pois a probabilidade de um deles ficar viúvo muito cedo aumenta bastante com a diferença de idade.

 

 

- Isso atrapalha o relacionamento?

Acredito que o que mais afeta são as diferenças que correm em paralelo à idade como, por exemplo, costumes de uma época, pois gerações diferentes têm valores diferentes, mas sempre é possível que uma pessoa de geração diferente se adapte aos valores de outra.

 

 

Pontos negativos - se ele é mais novo

- Pique/ energia

Ele quer sair bem mais que a mulher (que é mais velha) e ela tem dificuldade de acompanhar – por que está numa fase mais caseira, já não tem mais tanto  gás . Como a mulher pode lidar com isso? Existem dicas? Ela deve acompanhar ou tentar fazê-lo ficar em casa com ela?

A dica é encontrar o meio termo, identificar o quanto um pode fazer companhia para o outro mesmo em atividades que não sejam suas preferenciais.

 

- Expectativas diferentes

Com relação ao relacionamento – se ela já tem filhos, fechou a fábrica, mas ele quer muito pai... E agora? Como lidar com essas expectativas? Deve ceder ao desejo dele?

 

A dica é avaliar as prioridades, caso perceba que um filho é mais importante que o relacionamento o mais saudável seria sair deste relacionamento, caso o relacionamento seja mais importante então deve-se trabalhar a aceitação e considerar uma vida sem filhos.

- Interesses comuns

Ele curte videogame, ela quer jantarzinho a dois. Ele quer balada com drinque, ela quer cineminha em casa com pipoca... Como resolver esse impasse no dia a dia?

Com cada um cedendo um pouco sem rebaixar sua auto estima, ou seja, jogar um pouco de vídeo game juntos, ou permitir que ele jogue com seus amigos e em outros momentos organiza-se em jantarzinho romântico. A harmonia é encontrada quando se permite provar um pouco de tudo na vida, e aproveita a chance de ter alguém dentro de casa que oferece novas opções que não estavam em suas escolhas iniciais pode ser muito revigorante.

 

- Preconceito de familiares e amigos, que acham que ele está com ela por interesse. Como minimizar isso, como explicar a família e lidar com próprios sentimentos numa situação destas?

Acredito que família e amigos próximos merecem que você dê uma palavrinha quanto a isso, deixe claro o que realmente ocorre mas não insista, deixe claro também que este assunto não está aberto a discussões publicas.

 

-  Descompasso financeiro.

Ele é duro, até por ser mais inexperiente,  e ela tem um pouco mais de dinheiro... Como fica essa situação? O que ela deve fazer para lidar com isso se é sempre ela que paga as saídas e etc?

Se ela não ficar desconfortável com isso não deve ser feito nada pois entraram em um acordo tranquilo sobre quem paga as contas. Mas caso ela fique desconfortável ela deve conversar da forma mais elegante possível e fazer a proposta que considerar mais viável que pode ser: ela paga por enquanto e quando ele puder ele passa a pagar, ou eles não farão programas caros enquanto ele não puder  colaborar, ou ela paga e eles mantem uma conta tipo “empréstimo” onde depois ele a reembolsa. Vale qualquer acordo contato que fique confortável para ambas as partes.

 

E sendo ele mais velho?

Eu não teria nenhuma resposta diferente sendo um ou o outro mais velho. Considerar que haveria soluções diferentes seria um tanto preconceituoso.

 

 

Também gostará de ler:

terapia de casalTerapia de casal

 

apaxonado pessoa errada

Apaixonado pela pessoa errada

agende sua comsulta Escolha aqui seu Psicologo
Quanto custa a psicoterapia e informações gerais


Consulta com psicólogo - Agende aqui


*O material deste site é informativo, não substitui a terapia ou psicoterapia oferecida por um psicólogo.

Psicólogo Responde

Agende uma Consulta

marcar_consulta

Cómo chegar

Unidade I: Rua Bela Cintra, 968, São Paulo ( Veja o mapa )

Unidade II: Rua Frei Caneca, 33, São Paulo ( Veja o mapa )

Fone central: (11) 3262-0621

Compartilhe!