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Casais em crise

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Relacionamentos são grandes estressores. Todo relacionamento interpessoal é carregado de muita expectativa e frustração, mas o relacionamento de casal, desde a paquera até o casamento, é especialmente associado à transtornos psicológicos como depressão e ansiedade.
Normalmente os conflitos são cronicos e envolvem comportamentos repetitivos e agressivos.
As causas mais comuns para os desentendimentos dos casais são:
- Comportamentos inadequados por parte de um dos parceiros, como por exemplo abuso de drogas ou álcool, comportamento violento, etc.
- Traição por uma das partes.
- Dificuldade em expressar descontentamento, o que acaba sendo feito de forma a iniciar uma discussão, ao invés de resolver um problema.
- Situações que foge ao controle das partes como, perda financeira, morte na família, etc.
- Mudanças positivas mas que não estão sendo bem elaboradas como por exemplo, mudança para uma nova casa, promoção ou aumento salarial de uma das partes, etc.
- Crescimento pessoal de uma das partes não acompanhada pela outra, como por exemplo a conclusão de um curso, a inserção em novo grupo social, etc.
Traição
A traição é a situação de crise no casal que mais provoca dor e decepção. Não há uma só pessoa que possa dizer estar preparada para uma noticia referente à traição. Por mais que desconfie, por mais que o marido (ou esposa, namorada, etc) tenha dado sinais, ninguém segura com tranquilidade a informação de estar sendo traído.
O ser humano simplesmente não foi feito para dividir afeto romântico. Nós dividimos o afeto do amigos, do filho, até de parceiros apenas sexuais algumas pessoas conseguem dividir com tranqüilidade, mas o amor que une duas pessoas com a finalidade de formar uma família e manter uma vida de união não faz parte do tipo de afeto que dividiremos.
A melhor forma de reagir é: respire, pense e só depois fale alguma coisa. O problema será piorado caso a parte traída seja impulsiva e der vazão a toda sua raiva. Em primeiro lugar entenda o que está acontecendo - isso não significa que você o desculpará, mas entender o porque da traição ajudará a se situar melhor.
A culpa da traição é apenas de quem traiu. Já ouvi muito as duas partes e é comum o traidor considerar seu ato responsabilidade da outra parte. Talvez ele considere que se sua esposa (ou marido) "esfriou", trabalha demais ou seja lá qual tenha sido a situação que fragilizou o relacionamento do casal, ele tenha o direito de manter outro relacionamento. Não, não tem o direito. O incrível é que muitas vezes a parte traída se sente culpada, chega a passar horas, dias e semanas pensando no que errou. Mesmo que tenha errado, ninguém é perfeito, mas é muito injusto culpar a vítima. Cada um é dono de seus atos.
As duas partes podem, e devem, avaliar o quanto desejam retomar este relacionamento ou se esta crise significa o fim da relação. Não há respostas prontas, qualquer decisão é uma boa decisão - o pior é não fazer nada e sofrer continuamente com o remoer do ocorrido.
A parte traída tenderá a ter sentimentos confusos, pois não quer perder a pessoa que pensava ter ao seu lado. A parte que traiu tende a considerar que "nunca mais trairá novamente", mas muitas vezes esta é uma promessa feita sem muita consistência, pois se houve a traição o gatilho deste ato deve ser eliminado ou ele retornará ao comportamento que muitas vezes ele mesmo condena.
O psicólogo é mais do que bem vindo para ser intermediador de uma nova comunicação necessária a este casal.

Relacionamentos são grandes estressores. Todo relacionamento interpessoal é carregado de muita expectativa e frustração, mas o relacionamento de casal, desde a paquera até o casamento, é especialmente associado à transtornos psicológicos como depressão e ansiedade.Normalmente os conflitos são cronicos e envolvem comportamentos repetitivos e agressivos.

As causas mais comuns para os desentendimentos dos casais são:

- Comportamentos inadequados por parte de um dos parceiros, como por exemplo abuso de drogas ou álcool, comportamento violento, etc.

- Traição por uma das partes.

- Dificuldade em expressar descontentamento, o que acaba sendo feito de forma a iniciar uma discussão, ao invés de resolver um problema.

- Situações que foge ao controle das partes como, perda financeira, morte na família, etc.

- Mudanças positivas mas que não estão sendo bem elaboradas como por exemplo, mudança para uma nova casa, promoção ou aumento salarial de uma das partes, etc.

- Crescimento pessoal de uma das partes não acompanhada pela outra, como por exemplo a conclusão de um curso, a inserção em novo grupo social, etc.

Traição

A traição é a situação de crise no casal que mais provoca dor e decepção. Não há uma só pessoa que possa dizer estar preparada para uma noticia referente à traição. Por mais que desconfie, por mais que o marido (ou esposa, namorada, etc) tenha dado sinais, ninguém segura com tranquilidade a informação de estar sendo traído. O ser humano simplesmente não foi feito para dividir afeto romântico. Nós dividimos o afeto do amigos, do filho, até de parceiros apenas sexuais algumas pessoas conseguem dividir com tranqüilidade, mas o amor que une duas pessoas com a finalidade de formar uma família e manter uma vida de união não faz parte do tipo de afeto que dividiremos.

A melhor forma de reagir é: respire, pense e só depois fale alguma coisa. O problema será piorado caso a parte traída seja impulsiva e der vazão a toda sua raiva. Em primeiro lugar entenda o que está acontecendo - isso não significa que você o desculpará, mas entender o porque da traição ajudará a se situar melhor. A culpa da traição é apenas de quem traiu. Já ouvi muito as duas partes e é comum o traidor considerar seu ato responsabilidade da outra parte. Talvez ele considere que se sua esposa (ou marido) "esfriou", trabalha demais ou seja lá qual tenha sido a situação que fragilizou o relacionamento do casal, ele tenha o direito de manter outro relacionamento. Não, não tem o direito. O incrível é que muitas vezes a parte traída se sente culpada, chega a passar horas, dias e semanas pensando no que errou. Mesmo que tenha errado, ninguém é perfeito, mas é muito injusto culpar a vítima. Cada um é dono de seus atos. As duas partes podem, e devem, avaliar o quanto desejam retomar este relacionamento ou se esta crise significa o fim da relação. Não há respostas prontas, qualquer decisão é uma boa decisão - o pior é não fazer nada e sofrer continuamente com o remoer do ocorrido. A parte traída tenderá a ter sentimentos confusos, pois não quer perder a pessoa que pensava ter ao seu lado. A parte que traiu tende a considerar que "nunca mais trairá novamente", mas muitas vezes esta é uma promessa feita sem muita consistência, pois se houve a traição o gatilho deste ato deve ser eliminado ou ele retornará ao comportamento que muitas vezes ele mesmo condena.  O psicólogo é mais do que bem vindo para ser intermediador de uma nova comunicação necessária a este casal.

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