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Como encontrar a melhor psicóloga para tratar borderline

O transtorno borderline envolve sintomas ligados a relacionamentos interpessoais. Raiva exacerbada e inconstância emocional são comuns e podem causar estragos em várias dimensões da vida da pessoa. É importante procurar ajuda especializada para lidar com o quadro borderline.

A partir da suspeita de que se tem um problema psicológico é importante buscar ajuda. Um(a) psicólogo(a) pode ajudar a clarificar sinais que podem ou não ser sintomas de algo mais grave como um transtorno borderline.

Nem toda raiva é demasiada, nem fora de lugar, assim como o que parece num primeiro momento como impulsividade é somente assertividade diante de escolhas cotidianas. É preciso atenção para que um preconceito estrutural como o modelo patriarcal de masculinidade não nos faça olhar para uma mulher mais assertiva como “louca” e tentar lhe impingir um diagnóstico arbitrário, por exemplo.

Buscando a justa medida e a adaptação de percepções, comportamentos e ideias da pessoa com relação ao seu mundo um(a) psicólogo(a) pode através de entrevistas e testes específicos identificar sintomas patológicos, e/ou mal adaptativos, para um(a) cliente e orientá-lo(a) num tratamento que pode atenuar ou eliminar os seus sintomas.

 

Melhor psicóloga para tratar borderline?

A melhor psicóloga para tratar borderline será aquela disponível afetiva e profissionalmente para lhe atender. Isso quer dizer que o trabalho entre duas pessoas precisa contar com a presença real delas naquele espaço terapêutico, de corpo e alma, para usarmos um clichê que carrega uma verdade.

Há teorias psicodinâmicas, cognitivas, orientadas para o cliente, para a estrutura, psicofísicas, comportamentais e outras entre elas cuja apresentação não caberia neste espaço. Isto posto, salientamos que o imprescindível é que você encontre um(a) profissional competente, como os que atendem em nossa clínica e experimentasse a sua proposta e como se dá o primeiro contato entre vocês.

Só a experiência real pode trazer a certeza de que você encontrou a pessoa certa para lhe guiar rumo ao bem estar.

 

Neste ínterim vamos falar de uma das abordagens mais utilizadas para tratar o transtorno borderline, a terapia do esquema, derivada da terapia cognitiva comportamental, que também é bem sucedida no tratamento de muitos males no campo da saúde mental.

 

Terapia do esquema

A abordagem da terapia do esquema para o transtorno de personalidade borderline é, de certa forma, repleta de ironia. Jeffrey Young, que trabalhou com Aaron Beck, pesquisador e precursor da terapia cognitiva comportamental, estava interessado nas pessoas resistentes à terapia cognitiva e nas recaídas da terapia cognitiva.

O estudo dessas “falhas” do tratamento levou à compreensão de que frequentemente elas tinham estruturas cognitivas muito mais rígidas; problemas psicológicos mais crônicos, frequentemente para toda a vida; e sistemas de crenças disfuncionais mais profundamente arraigados.

Esses “esquemas” muitas vezes tinham suas raízes em uma infância conturbada ou abusiva - uma infância em que as necessidades básicas da criança não foram atendidas e estilos de sobrevivência ou enfrentamento mal adaptativos foram adotados pela criança.

Fora do ambiente doméstico e na vida adulta, esses estilos de enfrentamento e visões de mundo apresentaram mais problemas para os(as) pacientes e para aqueles ao seu redor.

Esses pacientes, em muitos casos, se enquadram na definição de transtorno de personalidade. O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, descreve um transtorno de personalidade como um padrão duradouro de experiência interna e comportamento que se desvia marcadamente das expectativas da cultura do indivíduo, com início marcado na adolescência ou no início da idade adulta.

Um dos principais aspectos dessa definição é a ênfase na rigidez do transtorno.

O tratamento de pacientes com transtornos de personalidade apresenta muitos desafios para o terapeuta cognitivo-comportamental. Young descobriu que era necessário prolongar o tempo do tratamento, gastar muito mais tempo explorando as experiências de infância de pacientes e dar mais ênfase à natureza e à força do relacionamento terapêutico.

Os esforços para categorizar e compreender temas da infância mal adaptativos fizeram com que Young recorresse à teoria psicodinâmica, particularmente no tocante às relações objetais e teorias do apego.

Finalmente, como forma de aumentar o poder das intervenções terapêuticas, Young incorporou uma gama de técnicas da Gestalt (que lida com estrutura, a ideia de figura e fundo na organização psíquica) e das terapias focadas na emoção, particularmente o trabalho com imagens e os diálogos da cadeira vazia. O resultado foi uma psicoterapia verdadeiramente integrativa.

Os esquemas desadaptativos iniciais podem ser avaliados e identificados por meio do uso de questionários, como o Questionário de Esquema Jovem e o Inventário de Paternidade Jovem, por meio do trabalho de imagens, por meio de observações do comportamento do paciente na situação de terapia e por meio de relatos de pacientes sobre suas experiências e dificuldades.

Um modelo de 18 esquemas foi finalmente desenvolvido e diretrizes foram desenvolvidas para o tratamento de esquemas e estilos de enfrentamento que utilizaram toda a gama de técnicas cognitivas, comportamentais e focadas na emoção.

 

Borderline como lidar

Lidar com alguém com sintomas do transtorno borderline não é fácil. A impulsividade e constante solicitação de atenção e confirmação de sentimentos e compromissos pode sufocar o(a) parceiro(a) nas diversas relações que mantemos no nosso dia a dia.

Aprender a conviver com esses sintomas, seja você quem os exibe ou observa em outra pessoa, é difícil e você deveria contar com ajuda profissional.

Como vimos, a psicologia oferece teorias e técnicas eficazes para lidar com sintomas borderline, desde o diagnóstico até o final do tratamento da pessoa atacada pelo transtorno.

Entre em contato e agende sua consulta para começar o quanto antes a vencer o transtorno borderline.

Marisa de Abreu

Psicóloga

CRP 06/29493

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Referência

Kellogg, S. H., & Young, J. E. (2006). Schema therapy for borderline personality disorder. Journal of Clinical Psychology, 62(4), 445–458. doi:10.1002/jclp.20240

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION et al. DSM-5: Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Artmed Editora, 2014.

 

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Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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