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Xô, preguiça! Saiba como a terapia pode te ajudar a acabar com a procrastinação!

A procrastinação pode ser sintoma de diversos transtornos psíquicos. O constante adiamento de tarefas, a ruminação sobre o que aconteceria se se fizesse isso ou aquilo pode ser um sintoma de um transtorno como a depressão, por exemplo.

A procrastinação é um traço obsessivo clássico, como o era a preocupação com o que Freud chamava de “desacontecimento”: preocupada com a forma pela qual deveria concluir uma tarefa, uma pessoa analisada pelo famoso psicanalista terminava sua tarefa mas lamentava tê-la concluído como fez e queria “desacontecer” seu ato.

A terapia pode ajudar a acabar com a procrastinação identificando o papel que ela desempenha na sua vida.

Embora possamos encontrar todos traços como a procrastinação numa neurose obsessiva, o quadro clínico mais amplo e mais detalhado pode nos dar pistas da dinâmica interna e do papel da procrastinação na sua vida.

Um sintoma isolado nunca é critério definitivo para estabelecer um diagnóstico, uma vez que o importante é a estrutura subjacente.

 

Procrastinação e depressão

O desejo de romper o padrão usual ou rotina de vida pode ser uma manifestação comum de depressão. O corretor de imóveis quer fugir de visitas a imóveis, o(a) aluno(a) que sonha acordado(a) com lugares distantes e o(a) cônjuge que fica em casa e anseia por deixar as tarefas domésticas.

Pessoas deprimidas consideram seus deveres enfadonhos, sem sentido ou penosos e desejam escapar para uma atividade que ofereça relaxamento ou refúgio.

Esses desejos escapistas se assemelham às atitudes descritas como paralisia da vontade. Uma distinção útil é que os desejos escapistas são experimentados como motivações definidas com objetivos específicos, enquanto a paralisia da vontade se refere à perda ou ausência de motivação.

 

Depressão leve

Na depressão leve as pessoas têm uma forte tendência a evitar ou adiar certas coisas que consideram desinteressantes ou cansativas. Elas tendem a se esquivar de prestar atenção a detalhes que consideram sem importância. Tendem a procrastinar ou evitar totalmente uma atividade que não promete gratificação imediata ou envolve esforço.

Assim como são repelidas por atividades que envolvem esforço ou responsabilidade, são atraídas por atividades mais passivas e menos complexas.

Um aluno deprimido pode dizer que é muito mais fácil sonhar acordado nas aulas do que prestar atenção.

É muito mais fácil escrever desleixadamente do que fazer um esforço para escrever de forma legível. É muito mais fácil levar uma vida autocentrada e passiva do que fazer um esforço para mudá-la.

 

Ouvindo o conflito inconsciente

Na psicoterapia psicodinâmica o(a) psicólogo(a) irá buscar pistas de conflitos inconscientes no material consciente trazido pelo(a) cliente. Em busca de evidências de defesas e dos conflitos inconscientes o(a) profissional irá ouvir a ansiedade, afetos e incongruências - indícios de que há conflitos sob a superfície.

Além do seu discurso e comportamento no consultório, seus sonhos também poderão ser analisados. A interpretação dos sonhos pode ajudar a compreender as fantasias dominantes e seus conflitos decorrentes.

 

Processos terapêuticos

Independente da teoria que orienta seu(ua) psicólogo(a) ele(a) provavelmente vai lhe orientar a realizar algumas tarefas fora do espaço clínico para provar seu diagnóstico e metodologia terapêutica.

Em nossa clínica temos psicoterapeutas de diferentes escolas e inclinações teóricas. Cada um deles(as) trabalha de um jeito particular com as questões relativas à procrastinação, apesar de observarem as diretivas científicas da psicologia.

Durante os atendimentos, ou sessões, serão dadas tarefas relacionadas a auto-observação e promovidas experiências voltadas para suas reações a determinados ambientes ou gatilhos para sua procrastinação.

Alguns exercícios de respiração e meditação podem ser treinados no consultório para serem reproduzidos no cotidiano em momentos em que se perceba a procrastinação diante de alguma demanda.

A atenção plena, ou mindfulness, está em voga e é uma modalidade de meditação muito praticada em clínicas, ela procura promover a atenção sobre o momento presente, sobre seu corpo, sensações, sentimentos e, simultaneamente, o ambiente externo.

 

Autoconhecimento

Aprender a olhar para si mesmo(a) pode ser uma das prerrogativas do trabalho terapêutico. A identificação de hábitos saudáveis ou não é importante para se refletir sobre como você está conduzindo a própria vida. A psicoterapia pode ser a provocação necessária para que você se mexa num ritmo e direção mais positivos para sua vida.

Olhar para sua vida como uma história em constante avanço pode colocar as ações do presente em perspectiva, como num filme em que se isolarmos uma única cena de ação não entendemos todo roteiro, e, assim, perdemos o sentido amplo daquele momento.

É preciso entender os significados e sentidos que imprimimos às nossas ações no mundo.

 

Organização de tarefas

Definir uma rotina de organização para o seu dia usando uma agenda ou outra plataforma que coloque as tarefas que devem ser cumpridas em ordem de importância ou necessidade pode ajudar.

Focar nos aspectos positivos dos seus hábitos e evitar se recriminar por não ser eficiente em alguma tarefa são pontos que podem ser fortalecidos nas orientações do(a) psicoterapeuta.

 

Conclusão

Todos experimentamos a procrastinação em algum momento de nossas vidas, ou ainda em nosso cotidiano. Essa evitação, ou adiamento de tarefas não é exclusivamente sintoma de um transtorno mental. De qualquer forma, se a procrastinação se tornou uma companhia inseparável é momento de olhar para ela com a ajuda de um(a) psicólogo(a).

Agende uma consulta conosco e comece a mudar seus hábitos e a superar os desafios que a procrastinação obscurece na sua vida.

Marisa de Abreu

Psicóloga

CRP 06/29493

 

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Referência

LEADER, Darian. O que é loucura?: Delírio e sanidade na vida cotidiana. Editora Schwarcz-Companhia das Letras, 2013.

BECK, Aaron T.; ALFORD, Brad A. Depression: Causes and treatment. University of Pennsylvania Press, 2009.

CABANISS, Deborah L. Psychodynamic Psychotherapy: A clinical manual. John Wiley & Sons, 2016.

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Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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