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Como uma psicóloga pode ajudar a tratar neurose de abandono!

A neurose de abandono pode se refletir em sintomas como autodepreciação, isolamento social, raiva e evitação de relacionamentos. Uma boa psicóloga pode identificar os sintomas como parte desta estrutura neurótica patológica e lhe guiar rumo a uma estabilização afetiva e psicológica.

 O(a) psicólogo(a) deve ter uma sólida formação e experiência na área clínica para poder caminhar com você pelos meandros das questões que lhe afligem e são trazidas para o consultório.

As duas linhas teóricas mais utilizadas costumam ser as psicodinâmicas e as cognitivas comportamentais. As psicodinâmicas podem ter diversas nomenclaturas mas na sua base lidam com a dinâmica entre as instâncias psíquicas internas da pessoa. Já as cognitivas comportamentais lidam com os mecanismos de aquisição e transformação do comportamento humano visando melhor adaptação ao ambiente.

Ambas opções teóricas e técnicas têm suas vantagens e desvantagens e dependem muito do desempenho do(a) profissional que as utiliza. Em nossa clínica contamos com alguns dos melhores psicólogos clínicos de São Paulo.

 

Abordagem psicodinâmica

Uma psicóloga que use a psicodinâmica como guia teórico e técnico, por exemplo, terá em mente uma formulação psicodinâmica de trabalho; seu conhecimento de teoria e técnica; e a própria experiência pessoal e clínica aliadas para realizar um bom trabalho terapêutico.

No início do relacionamento terapêutico é comum que haja desconfiança e medo, afinal se abrir com uma pessoa estranha não é fácil para ninguém. Mas lembrar-se de que à sua frente há um(a) profissional capacitado(a) que respeita o sigilo do atendimento pode facilitar o vínculo e promover um bom diálogo.

Quando ela ouve durante uma das sessões iniciais um padrão semelhante de abandono ecoado em sua experiência infantil de abandono por sua mãe, por exemplo, se pergunta se o mesmo tipo de padrão já pode estar surgindo na terapia, na relação entre ela e o(a) cliente.

 

Transferência e seu papel na terapia

E, no caso da abordagem psicodinâmica, a transferência é essencial para o bom desenvolvimento do trabalho. A transferência seria essa dinâmica entre cliente e psicoterapeuta em que o(a) cliente transfere conteúdos, imagens, de construções internas suas para a figura do(a) psicoterapeuta: é como se no consultório psicológico a pessoa revivesse, ou encenasse dinâmicas com pais, amigos, figuras imaginárias, fantasias etc.

Ao interpretar a transferência do(a) cliente o(a) psicólogo(a) ajuda a pessoa a entrar em contato com conteúdos internos que podiam ser ignorados ou repelidos da consciência.

 

Dinâmica na clínica

Ao observar as reações e dinâmica durante a consulta, a psicoterapeuta pode ajudar o(a) cliente a nomear uma emoção, uma dificuldade e perguntar sobre a validade de sua impressão para ele(a). Criando uma prática que engaja a pessoa atendida para buscar as próprias respostas, fomentando uma ação mais positiva em sua vida.

Quando age assim o(a) psicoterapeuta está validando seus sentimentos (sem sugerir explicações sobre eles). Fazendo com que o(a) cliente reflita por si mesmo(a) sobre seus afetos.

Conforme o processo terapêutico avança a pessoa pode se sentir segura e acolhida o bastante para entrar em contato com afetos negativos e revelar seus temores mais profundos de abandono.

Nas sessões o(a) psicoterapeuta pode fazer sugestões concretas sobre um comportamento alternativo que pode minimizar sua ansiedade diante dos seus relacionamentos, por exemplo.

Na neurose de abandono é essencial criar um ambiente em que o(a) cliente se sinta acolhido(a) para conseguir relaxar e, de fato, embarcar num processo psicoterápico.

Podemos pensar que todas as pessoas têm fantasias e complexos inconscientes que são únicos. Quando a maioria das pessoas se torna adulta, suas fantasias e complexos são razoavelmente fixos - eles podem desenvolver novos e abandonar os antigos, mas existem complexos inconscientes centrais que permanecem relativamente estáveis para as pessoas ao longo do tempo.

Quando dizemos que uma pessoa é movida por problemas de abandono enquanto outra é consumida pelo poder, estamos falando sobre fantasias centrais estáveis. Compreender essas fantasias é fundamental para compreender como uma pessoa opera em termos de defesas, relacionamentos com os outros e autopercepções.

Desse modo a psicóloga acolhe a pessoa que se queixa de sintomas ligados a neurose de abandono e trabalha o vínculo terapêutico de modo a descobrir origens e atuação da neurose de abandono na vida particular dessa individualidade, a partir daí trabalha para diminuir ou abolir os sintomas através da melhora da autoconsciência e fortalecimento da pessoa.

 

Terapia do esquema

Uma boa psicóloga também pode utilizar a terapia do esquema para lidar com a neurose de abandono.

A terapia do esquema com seus modelos e esquemas se propõe a explicar as motivações mais íntimas para comportamentos, pensamentos e crenças. Ela propõe uma série de experimentos e exercícios para promover bem estar enquanto substitui modos mal adaptativos por melhores modelos de estar no mundo.

Um dos modos que pode estar envolvido na neurose de abandono é o da criança abandonada / abusada, que incorpora o tema do isolamento assustado. Nesse modo, as pessoas parecem frágeis e infantis. Elas parecem tristes, frenéticas, assustadas, não amadas, perdidas.

Elas se sentem desamparadas e totalmente sozinhas e estão obcecadas em encontrar uma figura parental que cuide delas.

Na neurose de abandono tal modelo não é experienciado tão radicalmente quanto no transtorno borderline, mas ainda assim limita a movimentação e as experiências mais profundas da vida. Num extremo o(a) psicólogo(a) pode imaginar essas pessoas funcionando como crianças em um nível emocional central.

 

Mecanismos de cura na terapia do esquema

Existem quatro mecanismos de cura e mudança que estão no centro do tratamento da terapia esquema para a neurose de abandono: (1) "reparação limitada", (2) trabalho focado na emoção - especificamente imagens e diálogos, (3) reestruturação cognitiva e educação, e (4) quebra de padrão comportamental.

O desenvolvimento de um(a) adulto(a) saudável é um dos objetivos da terapia do esquema, e é tipicamente primeiro incorporado ao(a) terapeuta e então, através do processo terapêutico, internalizado pelo(a) cliente.

 

Conclusão

O essencial para um bom trabalho terapêutico é o vínculo que se estabelece entre terapeuta e cliente. Em especial, no caso da neurose de abandono é importante contar com uma psicóloga que acolha sem juízo a pessoa que busca tratamento.

Independente da teoria que embasa a psicoterapia o(a) profissional que a utiliza é quem faz a diferença para uma boa recuperação. Agende sua consulta conosco e confira a habilidade de nossas psicólogas em lhe ajudar com a neurose de abandono e outras questões psicológicas.

Marisa de Abreu

Psicóloga

CRP 06/29493

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Referência

CABANISS, Deborah L. Psychodynamic Psychotherapy: A clinical manual. John Wiley & Sons, 2016.

Kellogg, S. H., & Young, J. E. (2006). Schema therapy for borderline personality disorder. Journal of Clinical Psychology, 62(4), 445–458. doi:10.1002/jclp.20240

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Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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