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Monofobia e Medo da solidão durante a quarentena

A monofobia é uma das facetas comprometedoras da nossa relação com a solidão. Esse distúrbio se manifesta em situações em que evitamos a todo o custo ficarmos sós, trazendo ansiedade e medo para nossa vida. Como reconhecer e lidar com esse problema?

A monofobia é derivada das palavras gregas 'mono', que significa único, um ou junto e 'fobos', que significa temer.


Monofobia ou medo de ficar sozinho é um termo geral que engloba muitos medos diferentes. Algumas pessoas têm medo de ficarem distantes de certas pessoas. Outras têm medo de viver sozinhas, em casa ou ficar sozinhas em público. Esses medos podem ou não ter uma causa comum.


Uma Pesquisa Mundial de Saúde Mental descobriu que problemas na infância e traumas ao longo da vida são fatores de risco importantes para o medo de ficar sozinho se tornar um transtorno de ansiedade de separação total.


Independentemente da gravidade do medo, a ajuda psicológica está disponível para superar esse problema.


Causas da monofobia


Apesar das redes sociais e da facilidade com que podemos nos engajar em grupos e discussões online, a solidão e o isolamento social talvez nunca tenham sido maiores,no atual contexto de pandemia.


Existem algumas variações no medo de ficar sozinho e cada uma pode ter diferentes causas psicológicas subjacentes. O medo de ficar sozinho em público, por exemplo, pode estar ligado a condições como a fobia social ou agorafobia (o medo de espaços abertos ou de estar entre muitas pessoas).
A monofobia pode ser desencadeada por sentimentos de solidão e problemas de autorregulação afetiva.


Ela pode estar relacionada a memórias traumáticas não integradas de situações perigosas ou a sentimentos de inadequação associados a situações de emergência- uma preocupação comum para muitas pessoas que temem ficar sozinhas, mesmo quando estão em suas próprias casas.


Pode haver razões legítimas para os sentimentos de medo, como residir num bairro com alto índice de criminalidade. Geralmente, esses medos não devem ditar a maneira como você vive sua vida, além de encorajá-lo(a) a tomar precauções racionais de segurança.

Ficar só é um desafio


Entrar em contato consigo mesmo(a) quando não há outra alternativa, pode ser desafiador, especialmente se você costuma contar com pessoas ao seu redor em várias situações e de repente se vê “abandonado(a)”.
A ansiedade é um dos principais sentimentos que invadem a pessoa deixada numa situação nova, e a depender da sua personalidade e experiência qualquer situação pode ser uma ameaça.


A maioria das pessoas sabe que pode contar com uma ou algumas pessoas que formam uma rede de apoio e de quem sentiriam falta se estiverem fora de casa.
Na maioria dos casos, esses sentimentos são moderados e de duração relativamente curta.
A dor de longo prazo pode ser um sinal de apego inseguro e, em casos extremos, pode ser um indicador de ansiedade nociva.


Esse medo é muito comum em crianças pequenas. Geralmente é considerado uma parte normal do desenvolvimento e, a menos que se mantenha por muito tempo ou seja anormalmente grave, não é diagnosticado como um transtorno, como o transtorno de ansiedade de separação.


Uma forma patológica de solidão também pode ser causada e contribuir para o isolamento social auto-imposto e algumas formas de doença mental, como depressão, com o isolamento e a depressão levando a pensamentos suicidas ou tentativas reais de suicídio.

Sintomas de monofobia
Reconhecendo a monofobia


Uma pessoa que sofre de monofobia terá uma autoconfiança muito baixa e não acreditará que pode fazer qualquer coisa por conta própria.
Essas pessoas tendem a ficar nervosas e com medo de uma variedade de coisas. Isso as tornará muito codependentes de outros ao seu redor.


Isso significa que muitas pessoas que sofrem dessa fobia podem acabar em relacionamentos abusivos, pois preferem estar com alguém que as maltrata do que ficar sozinhas.


Alguém com monofobia pode estar abaixo do peso e parecer muito cansada, pois pode se recusar a comer a menos que outra pessoa esteja com ela, do mesmo modo pode não dormir a noite toda a menos que outra pessoa esteja com ela.


A monofobia tem uma forte conexão com outras fobias, como agorafobia e tanatofobia (o medo da morte). Não é incomum que alguém que sofre de monofobia também manifeste sintomas de outras fobias ao mesmo tempo.


Se alguém que sofre de monofobia for deixada sozinha, pode ter um ataque de pânico com sintomas como batimentos cardíacos acelerados, respiração rápida e irregular, ondas de calor, choro incontrolável, palmas das mãos suadas, dores no peito, náuseas, tonturas e até desmaios.

Solidão pandêmica


Na atual pandemia do novo coronavírus, ficar sozinho(a) se tornou uma medida que muitos(as) têm tido dificuldade em tomar.
Quem pode fazer o isolamento social nas condições indicadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde) ajuda a si e a sua comunidade a se manter segura do vírus.
Bem como as pessoas que usam máscara e respeitam o distanciamento social, quando precisam sair às ruas, para trabalhar ou fazer compras.
Porém, lidar com a solidão, mesmo para quem não exibe sintomas de monofobia, pode ser um problema.
A tecnologia pode ajudar, afinal sabemos que videochamadas e outros recursos de comunicação nos mantêm tão próximos quanto possível de pessoas queridas e de nossas referências de segurança enquanto respeitamos medidas sanitárias.
Mas o calor humano sempre faz falta,enfim somos seres sociais.

Você não está só


A superação da monofobia é possível com ajuda profissional
Se ficar sozinho(a) é um medo muito presente, ou se a apreensão em se ver só é quase paralisante, e afeta seu cotidiano, a melhor solução é procurar um(a) psicólogo(a).
A monofobia tem sintomas psicológicos e físicos que podem ser confundidos com outros transtornos e problemas psicológicos.
Como todo transtorno mental, o medo da solidão exacerbada responde bem a vários tratamentos. Às vezes, as fobias estão relacionadas a outros medos, e um(a) psicoterapeuta será capaz de desenvolver um plano de tratamento personalizado para resolver seus problemas.
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Marisa de Abreu

Psicóloga

CRP 06/29493

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Referência
Silove D, Alonso J, Bromet E, et al. Pediatric-Onset and Adult-Onset Separation Anxiety Disorder Across Countries in the World Mental Health Survey. Am J Psychiatry. 2015;172(7):647-56. doi:10.1176/appi.ajp.2015.14091185

 

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Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
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