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Ansiedade infantil

 

Psicologo para tratar ansiedade infantilEntrevista cedida para Revista Maxima

Crianças também sofrem de ansiedade

Como a ansiedade se manifesta nas crianças

Crianças podem ser ansiosas tanto por característica de sua personalidade como por consequência de eventos fortes em suas vidas como frustrações, sustos, etc.

Os sintomas podem ser choro sem explicação, acordar no meio da noite com sobresalto, reações abruptas a pequenas coisas, mudanças nos hábitos alimentares, "manhas", apego exagerado com um dos pais, medos sem sentido, etc.

Sinais de que a criança precisa de ajuda com a ansiedade?

Existem as chamadas “ansiedades boas”, esperar ansiosamente pela festa a prepara a criança para lidar com as situações da festa. Não é necessário intervenção para estes casos. Mas para crianças que apresentam os sintomas mencionados na pergunta acima é necessário conversar com a criança, oferecer acolhimento e caso os pais não consigam ajuda-la procurar um psicólogo.

O que causa essa inquietação

Algumas possibilidades como por exemplo: A vontade de ser aceito, de fazer as coisas bem feitas, de não errar, de perder a festa, de não dar tempo para brincar, etc, tudo isso pode causar inquietação - que em níveis mais elevados passa ser chamado de preocupação, medo ou pânico, conforme o caso.

Como ajudar a criança

Identificando o que a deixa ansiosa, qual seu medo, e mostrar que há caminhos que podem ser trilhados e que não há problema algum em falar com um adulto sobre suas dificuldades. Caso os pais não consigam sozinhos um psicólogo infantil pode ajudar.

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Entrevista cedida para Revista Ana Maria

Ajude seu filho a lidar (e crescer!) com grandes perdas ou mudanças.

Muitas vezes, a morte de um bichinho de estimação ou a perda de um avô podem atrapalhar o desenvolvimento da criança e até o aproveitamento escolar. É possível preparar a criança para resistir e superar esse tipo de trauma

a) Morte de um parente ou amigo.

Acredito que mais importante do que as palavras a serem ditas pode ser o como colocar para criança. O tom de voz deve ser de acolhimento e não de extrema dor pois a criança pode interpretar que esta situação seria impossível de ser superada. Acolher significa respeitar o sentimento da criança que algumas vezes pode surpreender pelo fato de não haver muita demonstração de sofrimento – pode até ser que a criança já esta considerando o fim da vida como algo natural, pode ser que ela ainda não tenha entendido as implicações e significado da morte ou pode ser que esteja sofrendo sozinha sem conseguir compartilhar.

b) Morte de um bicho de estimação.

Idem acima pois para criança pode não haver muita diferença da carga emocional envolvida em perdas de forma geral.

c) Mudança de cidade.

Claro que não há único caminho viável, cada caso terá sua necessidade, talvez explicar o porque e para que esta mudança está ocorrendo. Incluir na conversa o quanto esta mudança é importante para os pais e tudo o que pode-se tirar de bom desta oportunidade como por exemplo conhecer novos amigos, ir para um local onde o clima seja mais favorável, etc.

d) Mudança de escola.

Idem resposta acima. Pois trata-se de mudanças que afetarão a rotina, o ambiente, etc.

Filho perdas1. Grandes lições dos contos de fadas

A comercialização e apropriação dos contos de fadas pela Walt Disney mudou o rumo dessas tradicionais historias. Com o objetivo de torná-los produtos rentáveis e politicamente corretos, os editores da produtora norte-americana adaptaram as histórias e, muitas vezes, modificaram o final. Sabe-se que os contos dos Andersen ou Grimm tinham como principal objetivo a famosa “moral da história” que serve como lição o leitor.

O livro “A Psicanálise dos Contos de Fadas”, de Bruno Bettelheim, procura fazer uma reflexão sobre alguns deles e a importância dessas histórias como instrumento benéfico ao desenvolvimento das crianças: “... a forma e estrutura dos contos de fadas sugerem imagens à criança com as quais ela pode estruturar seus devaneios e com eles dar melhor direção à sua vida.”, afirma o autor.

a) Como os Contos de Fadas conseguem estimular o inconsciente humano? Porque isso é bom?

Contos de fada podem estimular a criatividade, a imaginação e a capacidade de perceber como possível situações que não são concretas. Isto pode ser importante para a formação de um futuro adulto produtivo, pois ser eficiente em qualquer atividade pode implicar em conseguir ver o que ainda não está sendo visto pela maioria e ter a coragem de experimentar e sentir muitas possibilidades (não considero coincidência que um adulto bem sucedido realiza tarefas que são até ridicularizadas por outros mas que no final se revelam muito produtivas – esta coragem pode ser, em parte, desenvolvida nas atividades infantis onde a criança a auto estima é desenvolvida vivendo a princesa, o sapo, o rei, o lutador, etc).

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Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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