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Culpa e autocobrança

 

Psicologo para tratar culpa1ª: “Eu moro com minha mãe, mas há muito tempo estou pensando em me mudar, montar a minha casa, mas ando me sentindo tão culpado. Acho que eu não deveria sair de casa”.

2ª: “Estou de licença maternidade. Quando minhas amigas me ligam eu digo que vou voltar logo para o trabalho porque acho que é isso que eu deveria fazer, mas eu queria mesmo era parar de trabalhar por um tempo, eu tenho condições para isso e quero cuidar do meu filho. Como sei que elas não concordam com isso eu nem estou mais atendendo ao telefone”.

3ª: “Outro dia passei muita raiva em uma loja, pois eu comprei um aparelho de som que veio com defeito. O vendedor se recusou a trocar dizendo que eu tinha que procurar o fabricante. Ele deveria conhecer o código do consumidor. Eu fiquei maluco de raiva e armei a maior confusão”.

O que tem em comum nestas perguntas? O “Deveria”. Um deveria morar com a mãe para sempre. Outra deveria voltar a trabalhar depois da licença maternidade. Outro diz que o vendedor deveria saber o código do consumidor. Esse “deveria” pode ser um problema. Será que estas pessoas tem um dedo apontado dizendo: “Você deveria ser perfeito, maior, melhor”.

Assumimos regras que podem causar culpa

Muitas vezes assumimos regras que não são verdadeiras ou não são necessárias e sofremos porque não conseguimos cumprir todos os “deverias” que impomos a nós mesmos, ou sofremos porque cumprimos “deverias” que não tem o menor sentido.

O tal do "Deveria" pode atrapalhar em algumas situações, como por exemplo:

- Você não consegue fazer algo que considera obrigação mesmo que não seja obrigação. Ex: Não consegue ajudar seu filho com a lição de casa, porque você já saiu da escola faz tempo, não lembra mais nada de matemática, equação do segundo grau, mas acha que deveria saber. E se sente culpado e não resolve o problema. Sem culpa talvez pudesse pensar com clareza, pois acredito que quando elaboramos a culpa podemos conquistar espaço para raciocinar com objetividade.

- Você fez, ou deixou de fazer, alguma coisa no passado e agora está com remorso. Ex: “Eu não falei para o meu pai o quanto eu o admirava. Eu deveria ter me comunicado melhor com ele enquanto ele estava vivo”. Se apegar a esse deveria pode atrapalhar porque não tem como mudar o passado, o creio ser útil aprender com os erros do passado, e não ficar vivendo no passado. Aprender agora a se comunicar melhor com as pessoas, e talvez não deixar que seu filho perca o canal de comunicação.

- Os outros fizeram alguma coisa, no passado, que te deixou magoado e você ainda sente raiva. Ex: O namorado que não deveria ter te abandonado.

- Você faz alguma coisa que você acha que deve mas lá no fundo gostaria de não dever e agora fica com esse misto de raiva e culpa. Ex: Quando vai visitar sua sogra. Você sabe que deve dar atenção à ela, mas gostaria de não dever nada à ela. Acredito que se não houver saída não há nada melhor do que se fortalecer para suportar. Afinal muita coisa é inevitável, por exemplo a morte de uma pessoa querida, o emprego que você não conseguiu, o carro que não deu pra comprar, etc.

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Rigidez emocional

Quando uma pessoa define as suas obrigações em termos muito rígidos eu imagino que seria como atravessar uma ponte tão estreitinha que só cabe um pé de cada vez. Pode ser muita pressão, só dar um passo em falso e pode surgir culpa, raiva, dor, etc. Alguns podem ficar tão apegados ao “deveria” que pode confundir tudo o que gostaria com mais um “Deveria”. Ex: Você foi convidado para o aniversário de uma pessoa muito rica e acha que tem que dar um presente caro. O que seria um “Eu gostaria de dar um presente caro” vira um “deveria dar um presente caro, senão...”.

Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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