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Dependência química

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Um ótimo critério para você identificar abuso de álcool é perceber se você bebe para ficar “bem”, ou bebe porque já está bem, ou seja, para comemorar.
Se você bebe para ficar bem, sinto muito, mas você é dependente de álcool.
Dependência é identificada quando se faz uso de drogas legais, ou ilegais, ou álcool, de forma a precisar de cada vez mais doses, ou doses mais fortes, para obter aquele “beneficio inicial”, ou seja, a pessoa não usa mais a droga para se sentir leve, bem, alegre, mas passa a usar a droga pois sem ela passa a ter sintomas fisiológicos e psicológicos fortíssimos. Isto é a síndrome da abstinência.
Todo mundo sabe que se tirar a droga repentinamente de um viciado a única coisa que se consegue é fazê-lo passar muito mal, sofrer barbaridades, até com alucinações.
É por isso que todo tratamento psicológico de dependência química deve se feito juntamente com o médico.
O médico trata o organismo alterado e, o psicólogo trata a causa, o que fez a pessoa se entregar as esta droga ou álcool.
Mesmo que a pessoa diga: “meu problema é genético”, a medicina descobriu que algumas pessoas têm uma tolerância totalmente diferente ao álcool, mas mesmo que seu organismo responda de forma diferente ao álcool, o que te faz procurar o álcool? É uma questão mental, psicológica, e não orgânica.
Abuso de drogas x dependência química
Abuso de drogas e álcool é bem diferente de dependência de drogas e álcool.
Dependência é quando seu corpo quimicamente, fisiologicamente precisa da droga para evitar os sintomas da abstinência do organismo.
O abuso de droga ou álcool acontece quando a pessoa usa essa droga para reduzir ou eliminar uma emoção negativa que pode ser: ansiedade, medo, depressão, raiva ou o que for, se alguém bebe pra enfrentar a crise do pânico, para sair de casa e ir a uma festa, para conseguir conversar com alguém, tudo isso sem a muleta.
O abuso é um condicionamento de fuga, ou seja, primeiro a pessoa aprende que quando usa a droga ela se sente bem, leve, desinibido, até mais bonito, e depois de algum tempo passa a usar a droga de forma a evitar as emoções negativas. Isto é a própria fuga, é quando a bebida alcoólica não tem mais função social, ou seja, você não bebe para desfrutar do sabor da bebida, pra conversar com os amigos, ela passa a ser uma muleta para as situações que a pessoa acredita que precisa de uma ajuda. Sendo que o ideal é você saber que pode contar contigo mesmo, é ter autoconfiança e auto-estima o suficiente.
Abuso aprendido
O abuso de drogas pode ser inteiramente aprendido. As pessoas aprendem imitando alguns modelos. Os modelos podem ser os amigos, cinema, a TV, etc.
Quem abusa da droga, muitas vezes apresenta transtornos emocionais como: personalidade anti-social antes de beber, não tem controle seus impulsos, fala ou faz o que lhe vem a cabeça, ansiedade generalizada, depressão e baixa intolerância a frustração.
É muito freqüente que as pessoas abusem de drogas, e aqui me refiro à todos, tanto de as legais como as ilegais, mesmo as mais socialmente aceitas como álcool, maconha, fumo.
É muito freqüente que as pessoas que abusam de drogas, passaram por uma série de eventos traumáticos em sua infância, as vezes abuso sexual ou físico. Não é uma regra, mas é comum.
Os que abusam de droga diferente dos dependentes químicos, se beneficiam muito de terapia porque podem aprender a beber socialmente e ter bom controle no uso. O dependente não, ele nunca mais vai poder beber socialmente terminado o tratamento, o contato será ate o fim da vida. Esta é a diferença dos que abusam X dependentes.
Por que a pessoa que abusa de drogas tem excelentes resultados na Terapia Cognitiva?
Porque a terapia trabalha as cognições chave em cada caso. Se ela acredita que “não consegue se sentir bem e precisa de droga pra acabar com essa sensação ruim” ou “não sabe como lidar com o problema e se usar a droga ele consegue parar de pensar nisso” o terapeuta vai trabalhar para dar suporte e opções de forma a não mais precisar de droga como solução.
O tratamento com o dependente químico é diferente. Pois uma vez que você se tornou dependente nunca mais pode usar a droga “socialmente”. A única alternativa é interromper por completo e para sempre o uso.
Vocês já viram esta cena? Depois de gastar “os tubos” em tratamento o ex-viciado vai pra festa e não querendo ficar de fora do grupo, dos amigos, acaba tomando o primeiro gole. O bendito 1º gole!
Isto é porque todo dependente acha que pode tudo e a qualquer hora. O dependente químico tem alta tolerância a frustração. É por isso que mesmo com todo mundo indignado, dando mil conselhos, chamando pra conversar, nada adianta! Ele não se incomoda com esta frustração de um bando de gente querendo que ele pare de beber ou usar droga.
Com a pessoa que abusa da droga, mas não é dependente, acontece o contrario. Ele usa a bebida, por exemplo, pela sua baixa auto-estima, porque a bebida o faz sentir bem.
Pra saber se seu caso é de dependência ou abuso de drogas é necessário que seja feito avaliação com um profissional.
Cognição do usuário de drogas
Uma forma de identificar o tipo de pensamento que a pessoa que usa drogas tem é fazendo uma analogia com um animal. Exemplo:
Raposa: Tem o pensamento “posso controlar a bebida quando quiser. Posso fazer sozinho sem ajuda” “Sou esperto como uma raposa”
Cordeiro: Pensa “não sou responsável. O diabo me obrigou. Ninguém me educou direito”
Avestruz: “isto não é o problema, não me prejudico em nada”
Borboleta: “Eu preciso de droga para me sentir bem, não consigo lidar com a vida sem ela.”
Tenho certeza que tem muita gente identificando alguém que já disse alguma coisa deste estilo. A pessoa convence a si mesma e muitas vezes a família também. As vezes é mais cômodo acreditar nisso porque fazer o tratamento dá trabalho. Pensa que a droga não esta causando tanto prejuízo assim, e joga o problema pra debaixo do tapete.
De toda forma um dos fatores primordiais para o sucesso da terapia é ter vontade de melhorar. Nem resfriado você cura se não houver vontade.
Tem uma piadinha de terapeuta, mas que só pode ser contada por terapeuta:
“Quantos terapeutas são necessários para se trocar uma lâmpada? Não importa. O importante é que a lâmpada queira ser trocada”.
Isto é um pouco verdade, mas mesmo o paciente resistente, que não quer melhorar porque acaba se apegando ao ganho secundário da doença, uma hora vai se integrando e reduzindo todos seus sintomas com a terapia. Dá mais trabalho porque quem não quer melhorar desafia o terapeuta, quer provar que sua doença é mais forte que qualquer outra coisa. Mas ainda assim melhora! E no final percebe como se apegou a uma coisa que não lhe faria bem.
Você achou isso esquisito: Se apegar a uma coisa que não lhe faz bem.
Pense em você! Pense com tudo o que te incomoda, mas você não consegue se livrar. Esse casamento que já desabou faz tempo. Aquele “amigo” que só te explora. Por que você não se livra disso tudo? Fácil de falar, difícil de fazer.
É por isso que conselho não funciona. É por isso que só “desabafo” não resolve problemas. É por isso que o psicólogo tem técnicas que te ajudam a desenrolar toda essa novela de amarguras porque só conhecer o problema não resolve, tem que saber o que fazer com isso tudo.
Ganho secundário
O ganho secundário te segura no problema, por exemplo: Todo o colo e apoio que as pessoas te dão pra compensar o problema.
Já pensou nisso? Pode não parecer grande coisa, mas tem uma grande diferença!
Identificar e limpar todos aqueles “carimbos” que você foi recebendo em sua mente, por todos esses anos é fundamental. Muitos destes carimbos estão ai desde a infância, foi quando você aprendeu que você vale menos, que você não é competente, é pouco inteligente, ou seja lá a bobagem que ficou lá num cantinho da sua mente, fez um estrago domado na sua vida agora.
Apenas saber e conhecer estas marcas de sua mente não faz muita diferença. O que importa mesmo é saber o que fazer com tudo isso. Como modificar esses padrões. Que caminho seguir.
Refém emocional
Um elefante quando é treinado no circo, por exemplo, é amarrado a uma arvore e apanha muito pra ficar ali ao lado desta arvore. Quando cresce fica condicionado, você pode amarrá-lo num galhinho pequeno que ele não foge. Ele não acredita que pode sair dessa.
E você? Que esta aí pensando estar fortemente preso aos seus sentimentos ruins. Pensando que é impossível se livrar dessa baixa auto-estima.
Um dia você aprendeu que estava irremediavelmente preso a dor e a infelicidade, e agora mesmo não tendo mais o que te prende, você continua preso.
Você pode aprender a desaprender
Como por exemplo, as pessoas que tem síndrome do pânico. Só quem tem sabe o que é, uma sensação de desespero, uma taquicardia, as vezes suor frio, cada um com seu sintoma, mas em geral da uma sensação de que você precisa de alguma coisa que não sabe o que é, as vezes tem que parar o carro no meio da estrada ou na avenida, as vezes vai parar no pronto socorro só pra ouvir “você não tem nada”. Como não tem nada? Não é possível ter toda essa sensação ruim sem ter medo. O que o medico quer dizer é que “você não tem nada que consiga identificar”.
Infelizmente nem todo médico tem o preparo suficiente pra diagnosticar síndrome do pânico.
A pessoa sempre pensa. Porque eu tenho isso?
E a coisa parece tão irreal, que dá vergonha contar pra alguém. “Se eu contar isso pra vão falar que eu sou doido”.
A coisa é tão desesperadora que dá impressão que não tem solução. Mas uma das coisas que a gente trata mais rapidamente é o pânico.
As vezes a pessoa chega desanimado porque já tentou de quase tudo. Já tomou um monte de remédio, e fica meio desacreditado mesmo. Mas fazendo a terapia, seguindo minhas instruções e acompanhando direitinho, a possibilidade de melhorar é altíssima de cura total é muito alta.
Concluindo...
Se você usa um componente químico, bebida alcoólica, fumo, medicamento de farmácia, ou o que for procurando uma sensação de felicidade ou está atrás de perspectiva de realização. Cuidado!
Mesmo as chamadas “Drogas da Felicidade” como já foi chamado o Prozac, não trazem a felicidade do jeito que você deseja.
Se você precisa de uma “muleta” social. Procure se conhecer e mude esse padrão de comportamento. O uso de componentes químicos indica, que você não esta conseguido administrar suas dificuldades sozinho, e encontrar um pseudo apoio que é muito perigoso.
Aprender a sentir-se bem sem uso de muletas é fundamental.

Um ótimo critério para você identificar abuso de álcool é perceber se você bebe para ficar “bem”, ou bebe porque já está bem, ou seja, para comemorar.
Se você bebe para ficar bem, sinto muito, mas você é dependente de álcool. Dependência é identificada quando se faz uso de drogas legais, ou ilegais, ou álcool, de forma a precisar de cada vez mais doses, ou doses mais fortes, para obter aquele “beneficio inicial”, ou seja, a pessoa não usa mais a droga para se sentir leve, bem, alegre, mas passa a usar a droga pois sem ela passa a ter sintomas fisiológicos e psicológicos fortíssimos. Isto é a síndrome da abstinência. Todo mundo sabe que se tirar a droga repentinamente de um viciado a única coisa que se consegue é fazê-lo passar muito mal, sofrer barbaridades, até com alucinações.
É por isso que todo tratamento psicológico de dependência química deve se feito juntamente com o médico. O médico trata o organismo alterado e, o psicólogo trata a causa, o que fez a pessoa se entregar as esta droga ou álcool. Mesmo que a pessoa diga: “meu problema é genético”, a medicina descobriu que algumas pessoas têm uma tolerância totalmente diferente ao álcool, mas mesmo que seu organismo responda de forma diferente ao álcool, o que te faz procurar o álcool? É uma questão mental, psicológica, e não orgânica.

Abuso de drogas x dependência química

Abuso de drogas e álcool é bem diferente de dependência de drogas e álcool. Dependência é quando seu corpo quimicamente, fisiologicamente precisa da droga para evitar os sintomas da abstinência do organismo. O abuso de droga ou álcool acontece quando a pessoa usa essa droga para reduzir ou eliminar uma emoção negativa que pode ser: ansiedade, medo, depressão, raiva ou o que for, se alguém bebe pra enfrentar a crise do pânico, para sair de casa e ir a uma festa, para conseguir conversar com alguém, tudo isso sem a muleta.
O abuso é um condicionamento de fuga, ou seja, primeiro a pessoa aprende que quando usa a droga ela se sente bem, leve, desinibido, até mais bonito, e depois de algum tempo passa a usar a droga de forma a evitar as emoções negativas. Isto é a própria fuga, é quando a bebida alcoólica não tem mais função social, ou seja, você não bebe para desfrutar do sabor da bebida, pra conversar com os amigos, ela passa a ser uma muleta para as situações que a pessoa acredita que precisa de uma ajuda. Sendo que o ideal é você saber que pode contar contigo mesmo, é ter autoconfiança e auto-estima o suficiente.

Abuso aprendido

O abuso de drogas pode ser inteiramente aprendido. As pessoas aprendem imitando alguns modelos. Os modelos podem ser os amigos, cinema, a TV, etc. Quem abusa da droga, muitas vezes apresenta transtornos emocionais como: personalidade anti-social antes de beber, não tem controle seus impulsos, fala ou faz o que lhe vem a cabeça, ansiedade generalizada, depressão e baixa intolerância a frustração. É muito freqüente que as pessoas abusem de drogas, e aqui me refiro à todos, tanto de as legais como as ilegais, mesmo as mais socialmente aceitas como álcool, maconha, fumo. É muito freqüente que as pessoas que abusam de drogas, passaram por uma série de eventos traumáticos em sua infância, as vezes abuso sexual ou físico. Não é uma regra, mas é comum. Os que abusam de droga diferente dos dependentes químicos, se beneficiam muito de terapia porque podem aprender a beber socialmente e ter bom controle no uso. O dependente não, ele nunca mais vai poder beber socialmente terminado o tratamento, o contato será ate o fim da vida. Esta é a diferença dos que abusam X dependentes.


Por que a pessoa que abusa de drogas pode ter excelentes resultados na psicoterapia


Porque a terapia trabalha as cognições chave em cada caso. Se ela acredita que “não consegue se sentir bem e precisa de droga pra acabar com essa sensação ruim” ou “não sabe como lidar com o problema e se usar a droga ele consegue parar de pensar nisso” o terapeuta vai trabalhar para dar suporte e opções de forma a não mais precisar de droga como solução. O tratamento com o dependente químico é diferente. Pois uma vez que você se tornou dependente nunca mais pode usar a droga “socialmente”. A única alternativa é interromper por completo e para sempre o uso.Vocês já viram esta cena? Depois de gastar “os tubos” em tratamento o ex-viciado vai pra festa e não querendo ficar de fora do grupo, dos amigos, acaba tomando o primeiro gole. O bendito 1º gole! Isto é porque todo dependente acha que pode tudo e a qualquer hora. O dependente químico tem alta tolerância a frustração. É por isso que mesmo com todo mundo indignado, dando mil conselhos, chamando pra conversar, nada adianta! Ele não se incomoda com esta frustração de um bando de gente querendo que ele pare de beber ou usar droga. Com a pessoa que abusa da droga, mas não é dependente, acontece o contrario. Ele usa a bebida, por exemplo, pela sua baixa auto-estima, porque a bebida o faz sentir bem. Pra saber se seu caso é de dependência ou abuso de drogas é necessário que seja feito avaliação com um profissional.

Cognição do usuário de drogas


Uma forma de identificar o tipo de pensamento que a pessoa que usa drogas tem é fazendo uma analogia com um animal. Exemplo: Raposa: Tem o pensamento “posso controlar a bebida quando quiser. Posso fazer sozinho sem ajuda” “Sou esperto como uma raposa” Cordeiro: Pensa “não sou responsável. O diabo me obrigou. Ninguém me educou direito” Avestruz: “isto não é o problema, não me prejudico em nada” Borboleta: “Eu preciso de droga para me sentir bem, não consigo lidar com a vida sem ela.” Tenho certeza que tem muita gente identificando alguém que já disse alguma coisa deste estilo. A pessoa convence a si mesma e muitas vezes a família também. As vezes é mais cômodo acreditar nisso porque fazer o tratamento dá trabalho. Pensa que a droga não esta causando tanto prejuízo assim, e joga o problema pra debaixo do tapete. De toda forma um dos fatores primordiais para o sucesso da terapia é ter vontade de melhorar. Nem resfriado você cura se não houver vontade. Tem uma piadinha de terapeuta, mas que só pode ser contada por terapeuta: “Quantos terapeutas são necessários para se trocar uma lâmpada? Não importa. O importante é que a lâmpada queira ser trocada”. Isto é um pouco verdade, mas mesmo o paciente resistente, que não quer melhorar porque acaba se apegando ao ganho secundário da doença, uma hora vai se integrando e reduzindo todos seus sintomas com a terapia. Dá mais trabalho porque quem não quer melhorar desafia o terapeuta, quer provar que sua doença é mais forte que qualquer outra coisa. Mas ainda assim melhora! E no final percebe como se apegou a uma coisa que não lhe faria bem. Você achou isso esquisito: Se apegar a uma coisa que não lhe faz bem. Pense em você! Pense com tudo o que te incomoda, mas você não consegue se livrar. Esse casamento que já desabou faz tempo. Aquele “amigo” que só te explora. Por que você não se livra disso tudo? Fácil de falar, difícil de fazer. É por isso que conselho não funciona. É por isso que só “desabafo” não resolve problemas. É por isso que o psicólogo tem técnicas que te ajudam a desenrolar toda essa novela de amarguras porque só conhecer o problema não resolve, tem que saber o que fazer com isso tudo.
Ganho secundárioO ganho secundário te segura no problema, por exemplo: Todo o colo e apoio que as pessoas te dão pra compensar o problema. Já pensou nisso? Pode não parecer grande coisa, mas tem uma grande diferença! Identificar e limpar todos aqueles “carimbos” que você foi recebendo em sua mente, por todos esses anos é fundamental. Muitos destes carimbos estão ai desde a infância, foi quando você aprendeu que você vale menos, que você não é competente, é pouco inteligente, ou seja lá a bobagem que ficou lá num cantinho da sua mente, fez um estrago domado na sua vida agora. Apenas saber e conhecer estas marcas de sua mente não faz muita diferença. O que importa mesmo é saber o que fazer com tudo isso. Como modificar esses padrões. Que caminho seguir.

Refém emocional


Um elefante quando é treinado para o circo, por exemplo, é amarrado a uma arvore e apanha muito pra ficar ali ao lado desta arvore. Quando cresce fica condicionado, você pode amarrá-lo num galhinho pequeno que ele não foge. Ele não acredita que pode sair dessa. E você? Que esta aí pensando estar fortemente preso aos seus sentimentos ruins. Pensando que é impossível se livrar dessa baixa auto-estima. Um dia você aprendeu que estava irremediavelmente preso a dor e a infelicidade, e agora mesmo não tendo mais o que te prende, você continua preso.

Você pode aprender a desaprender


Como por exemplo, as pessoas que tem síndrome do pânico. Só quem tem sabe o que é, uma sensação de desespero, uma taquicardia, as vezes suor frio, cada um com seu sintoma, mas em geral da uma sensação de que você precisa de alguma coisa que não sabe o que é, as vezes tem que parar o carro no meio da estrada ou na avenida, as vezes vai parar no pronto socorro só pra ouvir “você não tem nada”. Como não tem nada? Não é possível ter toda essa sensação ruim sem ter medo. O que o medico quer dizer é que “você não tem nada que consiga identificar”. Infelizmente nem todo médico tem o preparo suficiente pra diagnosticar síndrome do pânico. A pessoa sempre pensa. Porque eu tenho isso? E a coisa parece tão irreal, que dá vergonha contar pra alguém. “Se eu contar isso pra vão falar que eu sou doido”. A coisa é tão desesperadora que dá impressão que não tem solução. Mas uma das coisas que a gente trata mais rapidamente é o pânico. As vezes a pessoa chega desanimado porque já tentou de quase tudo. Já tomou um monte de remédio, e fica meio desacreditado mesmo. Mas fazendo a terapia, seguindo minhas instruções e acompanhando direitinho, a possibilidade de melhorar é altíssima de cura total é muito alta. 
Concluindo...Se você usa um componente químico, bebida alcoólica, fumo, medicamento de farmácia, ou o que for procurando uma sensação de felicidade ou está atrás de perspectiva de realização. Cuidado! Mesmo as chamadas “Drogas da Felicidade” como já foi chamado o Prozac, não trazem a felicidade do jeito que você deseja. Se você precisa de uma “muleta” social procure se conhecer e mude esse padrão de comportamento. O uso de componentes químicos indica, que você não esta conseguido administrar suas dificuldades sozinho, e encontrar um pseudo apoio que é muito perigoso. Aprender a sentir-se bem sem uso de muletas é fundamental.

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