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Separação e suas dores

Entrevista cedida pela psicóloga Branca Maria Amado Frias dos Santos CRP 06/16140-5 para o portal Bolsa de mulher - jornalista Bianca de Souza

Como uma mulher pode tornar a dor da separação menos intensa no primeiro mês?

Psicóloga: É muito difícil tornar a dor menos intensa nesta fase, pois é a ruptura de um projeto de vida. Quando nos casamos, projetos são construídos, sonhos são aperfeiçoados (ou não), assim quando este projeto é quebrado a dor é muito intensa, causando um sentimento de fracasso, de incompetência, de raiva... que muitas vezes não se consegue digerir em curto espaço de tempo, aqui não falando em tempo cronológico mas o tempo interno que cada um tem para elaborar seus conflitos e colocar seus sentimentos em ordem.

O que ela não deve fazer nesta fase?

Psicóloga: Não deve se envolver com outras pessoas como forma de atenuar a angústia, deve sim sair, encontrar com amigos, visitar pessoas com mente positiva. Perceber que a vida continua apesar do seu sofrimento!

Elaborar essa dor é muito importante para que se processe os erros e acertos, evitando assim repetir situações conflitantes.

Psicologo para tratar separacao

Como ela pode aceitar mais facilmente que a partir de agora as vidas deles não dependem mais um do outro?

Psicóloga: É poder olhar os seus potenciais, é perceber que ela é um ser único, que em determinado momento da sua vida, compartilhou com seu parceiro da mesma estrada, porém esse caminho foi trilhado sobre suas próprias pernas...

Deve se dar conta que está entrando em uma nova fase, onde com certeza não repetirá erros ou escolhas mal feitas buscando formas diferentes de lidar com sua vida.

Mas volto a ressaltar esse processo não é sem dor.

Quem rompe sofre menos do que quem recebeu o fora?

Psicóloga: Não necessariamente, a ruptura é sempre ruim para os dois lados.

É uma reformulação de vida, paradigmas questionados, a culpa por ter causado o sofrimento no outro muitas vezes provoca muitas vezes situações conflituosas.

Muitas pessoas procuram dormir para sentir menos a dor da separação.

Esta é um boa saída?

Psicóloga: Mecanismos escapistas nunca são saudáveis.

O processo de separação deve ser vivenciado para poder ser elaborado e enfim assimilada a experiencia, como algo positivo que te faz evoluir como ser humano.

Porque muita gente abusa da comida neste momento?

Psicóloga: Muitas vezes as pessoas buscam formas compensatórias para lidar com seus conflitos, que ao meu ver não são saudáveis.

O comer por exemplo é um desses mecanismos, ele “nubla” a visão da angústia que a mulher está enfrentando, colaborando para a piora de sua autoestima na medida em que as consequências do comer demais vão afetando seu corpo.

Como os amigos podem ajudar?

Psicóloga: Falar sobre a situação é sempre um bom remédio e aí entram os amigos que se dispõem realmente a “ouvir” e ajudar essa pessoa a encarar essa nova etapa de vida.

É importante que a posição do amigo seja a de construtor da autoestima, evitando julgamentos (sejam favoráveis ou não).

Se não tiver nada a dizer, só OUVIR já é bem importante

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