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Psicanalista

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Psicanálise  se refere a uma das linhas que investiga a mente humana e elabora caminhos para tanto para a compreensão como para a superação de disfunções emocionais e psicológicas. O profissional que segue esta linha teórica é chamado Psicanalista .
A psicanálise foi desenvolvida inicialmente por Sigmund Freud, mas diversos seguidores deram continuidade a sua busca teórica e prática, como por exemplo, Jung, Lacan, Melanie Klein, Winnicott e outros.
Freud era um médico com especialização em neurologia, mas seu maior interesse sempre foi a psique humana sendo que seu maior mérito foi o de identificar o inconsciente como fonte fundamental de motivação para comportamentos e sentimentos desajustados.
A psicanálise baseia-se na investigação do funcionamento da mente humana, com este material foi formulado um conjunto teórico sobre a natureza e comportamento e personalidade humana. Este material teórico deu bases para o método psicanalítico, ou seja, um tratamento psicoterapêutico.
Muitas pessoas confundem o termo psicanálise com psicoterapia, mas este termo refere-se a uma das linhas teóricas que os estudiosos do comportamento contam para receber ajuda emocional.
Psicanálise é o nome de uma das técnicas existente no caminho da investigação dos processos mentais que são quase inacessíveis por outros meios. É uma técnica para o tratamento de neuroses, e um grupamento de informações psicológicas a respeito tanto do paciente que está sendo atendido como das pessoas de forma geral.
A grande importância a psicanálise está em dar o devido valor às influências emocionais para a saúde como um todo de cada pessoa.   De inicio a psicanálise tinha apenas um objetivo, a compreensão do funcionamento psíquico, mas percebe-se que esta compreensão poderia trazer alivio e ajuda emocional para as pessoas que tinham suas vidas paralisadas ou prejudicadas devido a traumas emocionais ou disfunções que até então não eram reconhecidas pela medicina vigente.   Em termos mais leigos foi o inicio do respeito ao sofrimento subjetivo e não mais considerar que as pessoas tinham “piripaques” ou “apenas queriam chamar a atenção”.
Freud foi um dos primeiros a perceber que sintomas neuróticos ou histéricos (como o exemplo de pacientes que sofriam de síndrome do pânico, mas naquela época não havia diagnóstico e nome cientifico para estes quadros, portanto não eram reconhecidos nem tratados pelos médicos de forma eficiente). Essa percepção se dava através da escuta ao paciente, sendo que muitas vezes este simples ato de escutar, por si só, já se mostrava terapêutico, já apresentava redução nos sintomas, nascia a psicanálise.
As primeiras teorias psicanalíticas se referiam aos desejos reprimidos, a inaceitação cultural que forçava sentimentos ao calabouço do inconsciente. Alguns seus pacientes tinham questões problemáticas de natureza sexual, os sonhos passaram a ser considerados fonte de informação a respeito do funcionamento da mente humana.
A associação livre foi o método desenvolvido por Freud e que fez parte da psicanálise, onde as pessoas sentiam-se totalmente à vontade para dizer tudo o que lhes passa na mente, suas necessidades, angustia, desejos reprimidos, e experiências de vida. O psicanalista escuta e analisa todo o material fornecido pelo paciente de forma totalmente neutra, ou seja, não há julgamentos na psicanálise, o psicanalista é totalmente empático em relação ao seu paciente dando total segurança ao momento de análise.
Inconsciente
Impossível observar diretamente o inconsciente, a psicanálise percebeu que podemos conhecer apenas os meios pelos quais ele se manifesta, como por exemplo os atos falhos, sonhos e chistes.
Ato falho é uma forma de expressar elementos que não seriam aceitos pela pessoa se fosse transmitido de forma direta, por exemplo, ao chamar sua esposa de mãe este homem está informando que existem sentimentos contraditórios e até inadequados ao papel que esta esposa estaria expressando em sua vida, talvez este homem deseje ou veja sua esposa em um papel de mãe, mas como sabe que seria inaceitável culturalmente ter a expectativa de que sua esposa cumpra este papel ele se reprime de expressar abertamente, e sem quere, expressa este desejo através do ato falho. Sendo assim o inconsciente é visto como outra persona, interna e de difícil acesso mas ainda muito atuante e influente nos comportamentos e sentimentos.
Conversar com os pacientes, ouvi-los, permitir que falem e expressem seus sentimentos pela psicanálise foi realmente muito inovador para a época. Se você pensar que até mesmo hoje em dia ainda nos admiramos com os médicos que oferecem tempo ao seus pacientes para que descrevam seus pensamentos e sentimentos, imagine naquela época. Formular um método e uma técnica para este diálogo psicanalista / paciente foi de grande alivio para um numero enorme de pessoas que sofriam caladas sem ter a quem recorrer quando seu sofrimento não podia ser curado com pomadas ou ataduras.
O foco que a psicanálise deu à sexualidade chocou a muita gente, mas foi um importante passo para que se iniciasse um dialogo e compreensão sobre a ajuda emocional possível.
Freud enquanto psicanalista via a psique humana como energia - energia psíquica, mas uma energia que precisa que se dê vazão, por exemplo caso a pessoa não possa dar expressar sua energia pela via da sexualidade terá que encontrar outro caminho, talvez através da vida profissional. Esta energia também é limitado, caso use demais em uma área, faltará em outra.
Essa energia vem das pulsões sexual e agressiva, e precisam ser controladas através da educação e da pressão social. Sendo assim toda pessoa é hedonista, movida pelo desejo de dar vazão as sua pulsões.
O   consciente   abrange todos os fenômenos que em determinado momento podem ser percebidos de maneira conscientes pelo indivíduo;
O pré-consciente refere-se aos fenômenos que não estão conscientes em determinado momento, mas podem tornar-se se a pessoa desejar;
O inconsciente que diz respeito aos fenômenos e conteúdos que não são conscientes e somente sob circunstâncias muito especiais podem tornar-se, por exemplo pela psicanálise. (O termo   subconsciente é muitas vezes usado como sinônimo, apesar de ter sido abandonado pelo próprio Freud.)
ID, Ego e Superego
Segundo os psicanalistas o aparelho psíquico se divide em 3 estruturas:
ID – é a fonte da libido, formado pelas pulsões, instintos, impulsos e desejos inconscientes. Funciona pelo principio do prazer, busca o prazeiroso e evita o desconfortável. Não planeja nem aguarda o melhor momento, apenas busca sua realização. Desinibido e aceita a realização pela fantasia, mesmo que concretamente não haja o ato concreto. É cego e irracional.
EGO – Movido pela realidade, permite que o id se manifeste, mas leva em conta as outras pessoas e situações externas. É racional, planeja e sabe retardar a satisfação do desejo para melhor adequação.
SUPEREGO – São os valores da sociedade se manifestando, a moral e os bons costumes falam mais alto. Seu objetivo é inibir mesmo que através de sentimentos de culpa, manter um comportamento moral mesmo que irracional e buscar a perfeição.
O ego está, assim, constantemente sob tensão na sua tentativa de harmonizar a ação do id, do mundo exterior e do superego.
Mecanismos de defesa
Repressão   reprime e recalca informações ao inconsciente.
Formação Reativa , onde o sentimento expresso é   oposto ao verdadeiro.
Projeção onde a pessoa atribui aos outros as idéias que são suas.
Regressão   quando se retoma comportamentos infantis.
Fixação   é um congelamento no desenvolvimento.
Sublimação   é a satisfação de um impulso inaceitável através de um comportamento socialmente aceito.
Identificação   é o processo pelo qual um indivíduo assimila um aspecto, uma característica de outro mesmo que este outro seja seu agressor.
Deslocamento   agressões   são direcionadas a outras pessoas pela impossibilidade de direcionar a quem de fato se refere.

 

Psicanálise  se refere a uma das linhas que investiga a mente humana e elabora caminhos para tanto para a compreensão como para a superação de disfunções emocionais e psicológicas. O profissional que segue esta linha teórica é chamado Psicanalista .

A psicanálise foi desenvolvida inicialmente por Sigmund Freud, mas diversos seguidores deram continuidade a sua busca teórica e prática, como por exemplo, Jung, Lacan, Melanie Klein, Winnicott e outros.

Freud era um médico com especialização em neurologia, mas seu maior interesse sempre foi a psique humana sendo que seu maior mérito foi o de identificar o inconsciente como fonte fundamental de motivação para comportamentos e sentimentos desajustados.

A psicanálise baseia-se na investigação do funcionamento da mente humana, com este material foi formulado um conjunto teórico sobre a natureza e comportamento e personalidade humana. Este material teórico deu bases para o método psicanalítico, ou seja, um tratamento psicoterapêutico.

Muitas pessoas confundem o termo psicanálise com psicoterapia, mas este termo refere-se a uma das linhas teóricas que os estudiosos do comportamento contam para receber ajuda emocional.

Psicanálise é o nome de uma das técnicas existente no caminho da investigação dos processos mentais que são quase inacessíveis por outros meios. É uma técnica para o tratamento de neuroses, e um grupamento de informações psicológicas a respeito tanto do paciente que está sendo atendido como das pessoas de forma geral.

A grande importância a psicanálise está em dar o devido valor às influências emocionais para a saúde como um todo de cada pessoa.   De inicio a psicanálise tinha apenas um objetivo, a compreensão do funcionamento psíquico, mas percebe-se que esta compreensão poderia trazer alivio e ajuda emocional para as pessoas que tinham suas vidas paralisadas ou prejudicadas devido a traumas emocionais ou disfunções que até então não eram reconhecidas pela medicina vigente.   Em termos mais leigos foi o inicio do respeito ao sofrimento subjetivo e não mais considerar que as pessoas tinham “piripaques” ou “apenas queriam chamar a atenção”.

Freud foi um dos primeiros a perceber que sintomas neuróticos ou histéricos (como o exemplo de pacientes que sofriam de síndrome do pânico, mas naquela época não havia diagnóstico e nome cientifico para estes quadros, portanto não eram reconhecidos nem tratados pelos médicos de forma eficiente). Essa percepção se dava através da escuta ao paciente, sendo que muitas vezes este simples ato de escutar, por si só, já se mostrava terapêutico, já apresentava redução nos sintomas, nascia a psicanálise.

As primeiras teorias psicanalíticas se referiam aos desejos reprimidos, a inaceitação cultural que forçava sentimentos ao calabouço do inconsciente. Alguns seus pacientes tinham questões problemáticas de natureza sexual, os sonhos passaram a ser considerados fonte de informação a respeito do funcionamento da mente humana.

A associação livre foi o método desenvolvido por Freud e que fez parte da psicanálise, onde as pessoas sentiam-se totalmente à vontade para dizer tudo o que lhes passa na mente, suas necessidades, angustia, desejos reprimidos, e experiências de vida. O psicanalista escuta e analisa todo o material fornecido pelo paciente de forma totalmente neutra, ou seja, não há julgamentos na psicanálise, o psicanalista é totalmente empático em relação ao seu paciente dando total segurança ao momento de análise.

 

Inconsciente

Impossível observar diretamente o inconsciente, a psicanálise percebeu que podemos conhecer apenas os meios pelos quais ele se manifesta, como por exemplo os atos falhos, sonhos e chistes.

Ato falho é uma forma de expressar elementos que não seriam aceitos pela pessoa se fosse transmitido de forma direta, por exemplo, ao chamar sua esposa de mãe este homem está informando que existem sentimentos contraditórios e até inadequados ao papel que esta esposa estaria expressando em sua vida, talvez este homem deseje ou veja sua esposa em um papel de mãe, mas como sabe que seria inaceitável culturalmente ter a expectativa de que sua esposa cumpra este papel ele se reprime de expressar abertamente, e sem quere, expressa este desejo através do ato falho. Sendo assim o inconsciente é visto como outra persona, interna e de difícil acesso mas ainda muito atuante e influente nos comportamentos e sentimentos.

Conversar com os pacientes, ouvi-los, permitir que falem e expressem seus sentimentos pela psicanálise foi realmente muito inovador para a época. Se você pensar que até mesmo hoje em dia ainda nos admiramos com os médicos que oferecem tempo ao seus pacientes para que descrevam seus pensamentos e sentimentos, imagine naquela época. Formular um método e uma técnica para este diálogo psicanalista / paciente foi de grande alivio para um numero enorme de pessoas que sofriam caladas sem ter a quem recorrer quando seu sofrimento não podia ser curado com pomadas ou ataduras.

O foco que a psicanálise deu à sexualidade chocou a muita gente, mas foi um importante passo para que se iniciasse um dialogo e compreensão sobre a ajuda emocional possível.

Freud enquanto psicanalista via a psique humana como energia - energia psíquica, mas uma energia que precisa que se dê vazão, por exemplo caso a pessoa não possa dar expressar sua energia pela via da sexualidade terá que encontrar outro caminho, talvez através da vida profissional. Esta energia também é limitado, caso use demais em uma área, faltará em outra.

Essa energia vem das pulsões sexual e agressiva, e precisam ser controladas através da educação e da pressão social. Sendo assim toda pessoa é hedonista, movida pelo desejo de dar vazão as sua pulsões.

O   consciente   abrange todos os fenômenos que em determinado momento podem ser percebidos de maneira conscientes pelo indivíduo;

O pré-consciente refere-se aos fenômenos que não estão conscientes em determinado momento, mas podem tornar-se se a pessoa desejar;

O inconsciente que diz respeito aos fenômenos e conteúdos que não são conscientes e somente sob circunstâncias muito especiais podem tornar-se, por exemplo pela psicanálise. (O termo   subconsciente é muitas vezes usado como sinônimo, apesar de ter sido abandonado pelo próprio Freud.)

 

ID, Ego e Superego

 

Segundo os psicanalistas o aparelho psíquico se divide em 3 estruturas:

ID – é a fonte da libido, formado pelas pulsões, instintos, impulsos e desejos inconscientes. Funciona pelo principio do prazer, busca o prazeiroso e evita o desconfortável. Não planeja nem aguarda o melhor momento, apenas busca sua realização. Desinibido e aceita a realização pela fantasia, mesmo que concretamente não haja o ato concreto. É cego e irracional.

EGO – Movido pela realidade, permite que o id se manifeste, mas leva em conta as outras pessoas e situações externas. É racional, planeja e sabe retardar a satisfação do desejo para melhor adequação.

SUPEREGO – São os valores da sociedade se manifestando, a moral e os bons costumes falam mais alto. Seu objetivo é inibir mesmo que através de sentimentos de culpa, manter um comportamento moral mesmo que irracional e buscar a perfeição.

O ego está, assim, constantemente sob tensão na sua tentativa de harmonizar a ação do id, do mundo exterior e do superego.

 

Mecanismos de defesa

Repressão   reprime e recalca informações ao inconsciente.

Formação Reativa , onde o sentimento expresso é   oposto ao verdadeiro.

Projeção onde a pessoa atribui aos outros as idéias que são suas.

Regressão   quando se retoma comportamentos infantis.

Fixação   é um congelamento no desenvolvimento.

Sublimação   é a satisfação de um impulso inaceitável através de um comportamento socialmente aceito.

Identificação   é o processo pelo qual um indivíduo assimila um aspecto, uma característica de outro mesmo que este outro seja seu agressor.

Deslocamento   agressões   são direcionadas a outras pessoas pela impossibilidade de direcionar a quem de fato se refere.

 

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