Qualidade de vida

Entrevista para o Diário da Região de São Jose do Rio Preto. Tema> Qualidade de Vida
-Em sua opinião, o que é qualidade de vida e por que, cada vez mais, o tema está em debate?
Psicóloga: Para mim, qualidade de vida é buscarmos sempre o equilíbrio em todos os campos de nossas vidas, seja familiar, pessoal, profissional e espiritual. Hoje as pessoas estão preocupadas em poder viver e não somente sobreviver e para isso estão cada vez mais buscando a compreensão deste viver bem. É importante que busquemos nosso crescimento pessoal através da compreensão de nós mesmos, compreendendo como somos, como pensamos e como nos comportamento, só assim podemos rever e mudar nossa qualidade de vida.
-De acordo com suas experiências clínicas, quais são os principais desejos de quem quer ter mais qualidade de vida?
Psicóloga: A sociedade hoje em dia cria-se indivíduos cada vez mais ansiosos gerando com isso uma baixa autoestima, tanto que as queixas mais apresentadas no dia a dia do consultório são essas. Percebe-se que tudo se relaciona à ansiedade e a autoestima baixa. Os clientes buscam o tratamento normalmente quando se encontram extremamente ansiosos e onde já não existe mais qualidade de vida. Quando trabalhamos as mudanças de pensamentos e comportamentos podemos observar uma nítida mudança tanto em sua autoestima quanto uma diminuição significativa da ansiedade.
-Qual a melhor forma de pleitear mudanças na rotina profissional com o chefe?
Psicóloga: Nós temos que buscar sempre o equilíbrio de nossos pensamentos, comportamentos, sentimentos, emoções e etc.
Quando se trata de um ambiente coorporativo, podemos dizer que entramos em disputas, onde temos que ser o tempo todos bons e mostrarmos isso, sem misturar vida pessoal e tudo que não seja profissional.
Direciono cada vez mais este individuo a se comportar assertivamente. Quando o indivíduo se comporta assertivamente, ele não sofrerá de baixa autoestima e nem terá ansiedade.
Ser assertivo é quando buscamos ser firme e justo é quando buscamos respostas adequadas sem sermos passivos ou agressivo, bonzinho ou ruim. Quando falamos com alguém temos sempre que buscar este comportamento, só assim conseguiremos ser compreendido dentro do que estamos pleiteando.
-A senhora acredita que a flexibilidade de horários pode ser uma alternativa viável, ou seja, que não compromete o andamento da empresa? Por quê?
Psicóloga: Na verdade esta questão depende muito da cultura de cada empresa. A flexibilidade de horário com certeza deixa o indivíduo expressar-se da forma com que ele rende mais, ou seja, existem pessoas que trabalham muito bem pela manhã e outras a noite. Quando eles podem escolher a hora de entrar e sair dentro do que eles mesmos preferem isso fará com que eles trabalhem mais satisfeitos e produzam mais.
Porem existe pessoas que precisam de regras hora para entrar e hora para sair, pessoas que não conseguem trabalhar sem uma programação e com isso o rendimento cairia.
-Nesse caso, qual seria a melhor forma de controlar os horários de entrada e saída, sem deixar de cumprir ou extrapolar a jornada estipulada?
Psicóloga: É muito importante sabermos que a empresa sempre vai ocupar o tempo que disponibilizarmos que ela ocupe. Sendo assim, mesmo trabalhando com horários flexíveis é importante sabermos qual o horário que entramos e qual o horário que vamos sair. Tendo este controle o individuo não sofrerá de estresse e a empresa estará satisfeita.
-O que sugere para que os horários de folga sejam realmente aproveitados?
Psicóloga: O horário de folga deve ser respeitado, porque a mente e o corpo humano precisam disso. É um intervalo necessário para que tenhamos fôlego para continuar. Aproveitar este horário de descanso significa usar este momento com você e não com a empresa, seja ela da forma que preferir, ler um livro, conversar com um colega, conversar com quem nunca conversou, ouvir histórias de vida e etc.
Rosana Maria Gabriel Boer
Psicóloga Clínica
Especialista e Terapia Comportamental e Cognitiva (TCC-USP)
CRP: 06/89502
Entrevista para o Diário da Região de São Jose do Rio Preto. Tema: Qualidade de Vida
-Em sua opinião, o que é qualidade de vida e por que, cada vez mais, o tema está em debate?
Psicóloga: Para mim, qualidade de vida é buscarmos sempre o equilíbrio em todos os campos de nossas vidas, seja familiar, pessoal, profissional e espiritual. Hoje as pessoas estão preocupadas em poder viver e não somente sobreviver e para isso estão cada vez mais buscando a compreensão deste viver bem. É importante que busquemos nosso crescimento pessoal através da compreensão de nós mesmos, compreendendo como somos, como pensamos e como nos comportamento, só assim podemos rever e mudar nossa qualidade de vida.
-De acordo com suas experiências clínicas, quais são os principais desejos de quem quer ter mais qualidade de vida?
Psicóloga:
A sociedade hoje em dia cria-se indivíduos cada vez mais ansiosos gerando com isso uma baixa autoestima, tanto que as queixas mais apresentadas no dia a dia do consultório são essas. Percebe-se que tudo se relaciona à ansiedade e a autoestima baixa. Os clientes buscam o tratamento normalmente quando se encontram extremamente ansiosos e onde já não existe mais qualidade de vida. Quando trabalhamos as mudanças de pensamentos e comportamentos podemos observar uma nítida mudança tanto em sua autoestima quanto uma diminuição significativa da ansiedade.
-Qual a melhor forma de pleitear mudanças na rotina profissional com o chefe?
Psicóloga:
Nós temos que buscar sempre o equilíbrio de nossos pensamentos, comportamentos, sentimentos, emoções e etc.
Quando se trata de um ambiente coorporativo, podemos dizer que entramos em disputas, onde temos que ser o tempo todos bons e mostrarmos isso, sem misturar vida pessoal e tudo que não seja profissional.
Direciono cada vez mais este individuo a se comportar assertivamente. Quando o indivíduo se comporta assertivamente, ele não sofrerá de baixa autoestima e nem terá ansiedade.
Ser assertivo é quando buscamos ser firme e justo é quando buscamos respostas adequadas sem sermos passivos ou agressivo, bonzinho ou ruim. Quando falamos com alguém temos sempre que buscar este comportamento, só assim conseguiremos ser compreendido dentro do que estamos pleiteando.
-A senhora acredita que a flexibilidade de horários pode ser uma alternativa viável, ou seja, que não compromete o andamento da empresa? Por quê?
Psicóloga:
Na verdade esta questão depende muito da cultura de cada empresa. A flexibilidade de horário com certeza deixa o indivíduo expressar-se da forma com que ele rende mais, ou seja, existem pessoas que trabalham muito bem pela manhã e outras a noite. Quando eles podem escolher a hora de entrar e sair dentro do que eles mesmos preferem isso fará com que eles trabalhem mais satisfeitos e produzam mais.
Porem existe pessoas que precisam de regras hora para entrar e hora para sair, pessoas que não conseguem trabalhar sem uma programação e com isso o rendimento cairia.
-Nesse caso, qual seria a melhor forma de controlar os horários de entrada e saída, sem deixar de cumprir ou extrapolar a jornada estipulada?
Psicóloga:
É muito importante sabermos que a empresa sempre vai ocupar o tempo que disponibilizarmos que ela ocupe. Sendo assim, mesmo trabalhando com horários flexíveis é importante sabermos qual o horário que entramos e qual o horário que vamos sair. Tendo este controle o individuo não sofrerá de estresse e a empresa estará satisfeita.
-O que sugere para que os horários de folga sejam realmente aproveitados?
Psicóloga:
O horário de folga deve ser respeitado, porque a mente e o corpo humano precisam disso. É um intervalo necessário para que tenhamos fôlego para continuar. Aproveitar este horário de descanso significa usar este momento com você e não com a empresa, seja ela da forma que preferir, ler um livro, conversar com um colega, conversar com quem nunca conversou, ouvir histórias de vida e etc.
Psicóloga Clínica
Especialista e Terapia Comportamental e Cognitiva (TCC-USP)
CRP: 06/89502
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