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Sabotado por quem nos ama

Quando quem nos ama é justamente quem nos sabota

Entrevista cedida à Revista BIANCHINI

Muito já se falou sobre a autossabotagem e sobre a sabotagem daqueles que querem nos prejudicar. Nossos familiares, amigos, ou seja, pessoas que nos amam e que só querem nosso bem, também podem ser (sem querer ou perceber) sabotadores de nossos planos.

A repórter elaborou alguns casos fictícios onde algumas situações onde a sabotagem pode aparecer:

Psicologo para tratar sabotagemFamilia:

Meus pais querem que eu estude, e torcem para que eu tenha sucesso profissional, mas colocam obstáculos se digo que pretendo fazer uma especialização fora do país ou em outro Estado. Por que eles agem assim?

Psicóloga: Alguns pais podem sofrer da “síndrome do ninho vazio”, onde demonstram enorme dificuldade em levarem suas próprias vidas independente da vida dos filhos. Por um lado podemos entender, mesmo que não concordemos, estes pais passaram anos e anos de suas vidas voltados para os filhos, trabalharam pelos filhos, se preocuparam em dar o melhor. Mas o que estes pais podem não perceber é que deixaram que o tema “filhos” fosse a única motivação em suas vidas, e quem é que quer viver sem a única fonte de prazer? Claro que este processo pode ser inconsciente, os pais podem não perceber que estão usando seus filhos para serem felizes, e acabam argumentando “eu me preocupo com a segurança do meu filho, eu sei que se ele estiver longe de mim correrá perigos por estar numa cidade onde não conhece ninguém”.

Independência:

Meus pais vivem dizendo que preciso ser mais independente, mas sempre estão tentando resolver meus problemas, sem eu pedir, e se digo que quero sair de casa e morar sozinha, tentam me convencer de que não é uma boa idéia. Por que eles fazem isso?

Psicóloga: Tem pais que falam que o filho deve ser independente, falam o que acham bonito falar, mas na hora de provar o que realmente pensam mostram que no fundo acham que o filho não tem condições de ser independente, acham que o filho não saberá se cuidar, não vai cuidar bem das próprias contas, nem vai comer direito. Mas quem é que ouviu falar de filho que morreu de inanição por estar longe da mãe?

Acredito que não seja só o filho que está se tornando independente, os pais também estão se tornando independente. Acredito que eles continuarão sendo úteis em sua vida, você não deixará de ser filho deles só porque está morando sozinho.

Amigas:

Minhas amigas vivem falando que devo namorar, mas quando encontro alguém, sempre dão um jeito de apontar defeitos e tentam me empurrar pra outra pessoa. Por que elas agem assim?

Psicóloga: Tem amiga que se sente “proprietária” das colegas. Acredito que você gosta muito delas mas o papel que elas tem em sua vida é outro, o de compartilhar e não de obedecer.

Marido:

Meu marido me incentiva em meu emprego e torce pela minha carreira, mas sempre que preciso levar trabalho pra casa em finais de semana ou feriado, tenta me desconcentrar e arranja programas ou convida amigos para almoçar ou jantar em casa. Por que ele faz isso?

Psicóloga: Marido, com o tempo, pode ir se tornando uma certa mistura de pai, amigo e amante. Um pouco ele pode se sentir seu dono e acreditar que sabe o que seria melhor para você, quer que você cresça, mas pode ter ciúmes de que você possa considerar o trabalho mais importante que ele.

Acredito na velha e boa conversa. Claro que muitos homens odeiam a tal de DR – discutir a relação, ok, não precisa chegar à isso. Mas pode ser util mostrar a ele as conseqüências de cada ato, mostrar que você terá que pedir licença aos convidados para terminar seu trabalho, pois infelizmente ele os convidou em dia impróprio.

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Para de fumar:

Estou tentando parar de fumar, e minha amiga (que fuma, às vezes) acha ótimo e me dá a maior força. Mas, de vez em quando, ela acende um cigarro na minha frente e me oferece, dizendo que uma tragadinha não tem problema. Aí acabo não resistindo e fumo um pouco, mas, depois, me sinto culpada e fraca. Por que ela faz isso?

Psicóloga: Quem sabe ela não queira ficar neste barco sozinha, ou talvez tenha medo de te magoar por não te oferecer o cigarro, ou não se lembre de que você quer parar de fumar. O que a motiva a tais comportamentos podem ser questões diversas. Talvez ser assertiva ajude a colocar “Não vou fumar porque isso acaba com meus pulmões. Não vou fumar porque estarei jogando dinheiro fora, mesmo que seja o seu dinheiro. Não fumarei porque um dia sem cigarro em meu corpo já inicia o processo de desintoxicação e não quero perder isso. Não vou fumar porque deixa meus cabelo com um cheiro horrível”. Etc.

Parar de beber:

Gosto muito de cerveja, e costumava beber (além da conta) com meus amigos nos fins de semana. Mas estou tentando parar de beber, pois engordei bastante e me sinto muito inchada. Expliquei aos meus amigos e eles pareceram entender e concordar com minha decisão. Mas, toda vez que saímos juntos, em barzinhos ou nos reunimos em casa, nossos encontros são sempre regados à cerveja. Se digo que não vou beber, tentam me convencer de que uma ou duas cervejinhas não fazem mal. Por que eles agem assim?

Psicóloga: Nossa cultura ensina que devemos sempre oferecer algo às pessoas, e de preferência algo que elas gostam e, você gosta de cerveja, só que não quer mais beber.

Vale ter em mente como você quer se comportar diante destas ofertas. Vale dar apenas um sorriso e balançar a cabeça, ou simplesmente sair de perto sem responder, vale colocar uma bala na boca, vale lembrar a pessoa que não está mais bebendo, ou usar este mesmo momento para pedir à pessoa que não lhe ofereça mais cerveja alguma.

Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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