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Trauma emocional

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Trauma emocional
Você já ouviu muito a palavra trauma . Toda vez que um amigo, um conhecido passa por uma situação muito difícil como um assalto, uma doença, um namorado exageradamente ciumento dizemos que ficou traumatizada .
Em psicologia usamos um termo mais completo Transtorno do stress pós traumático - TSTP.
Tanto podemos usar a palavra no original stress  como em nosso idioma estresse.  As duas formas são perfeitamente aceitas.
A palavra trauma  foi absorvida da física, onde trauma  se refere à pressão que os materiais sofrem. Quando os psicólogos, estudiosos do comportamento, buscavam uma palavra para  identificar o sofrimento psicológico  de quem passou por situações muito fortes que deixaram marcas emocionais  com seqüelas por  toda uma vida reconheceram que a palavra traumatizado  encaixava-se perfeitamente bem.
O que me faz pensar é: porque alguns ficam traumatizados com coisas que nem abalam outros? Meus 20 anos (mais um pouco até) na psicologia me deu respostas tanto para entender estas pessoas, como para ajudá-las a viver novamente sem as seqüelas dos traumas . As respostas que eu obtive foram:
- Algumas pessoas são mais sensíveis que outras. Algumas tem esta característica desde  que nasceram - podemos dizer que são características herdadas geneticamente. Outras se tornaram sensíveis ao decorrer da vida, um dia ela é maltratada na escola por seus coleguinhas e por azar não obteve apoio ou ajuda para aprender a ser assertiva, outro dia não consegue resolver uma questão em suas tarefas e se sente fracassado. São situações menores, mas poderosas quando acontecem em número elevado. Um dia, esta mesma pessoa passa por um seqüestro relâmpago,  é demitida injustamente, morre um ente querido e ela não supera, passa a ter esta situação traumática  percorrendo seus pensamentos todos os dias, ela evita passar pelo local onde a situação dolorosa aconteceu, acorda no meio da noite sobressaltada. Esta pode estar sofrendo do Transtorno do stress pós traumático.
Traumas de infância são aquelas experiências danosas que deixam marcas. Estas marcas passam a influenciar muito de sua vida. Você pode fazer escolhas erradas, como por exemplo, recusar a proposta de emprego de uma pessoa que de alguma forma te lembra alguém que te causou muito em sua infância. Os traumas também podem influenciar no sentido de te impedir, você passa a deixar de fazer coisas que seriam muito benéficas devido aos traumas, como por exemplo deixar de viajar pois você passou por sofrimentos durante as viagens da infância.
Os traumas de infância formam os esquemas. Nós percebemos o mundo através de nossos esquemas. Por exemplo: Uma pessoa, que quando criança  desenvolve um esquema de perceber-se incompetente, raramente desafia esta crença, mesmo quando adulta.  O esquema habitualmente não se modifica sem tratamento, mesmo um sucesso “esmagador” na vida dessa pessoa que acredita ser incompetente não é suficiente para rompê-lo. A pessoa está mergulhada no esquema. O esquema luta por sua própria sobrevivência. Nem sempre o indivíduo tem percepção deles.
As pessoas  apresentam emoções extremamente negativas e pensamentos disfuncionais porque seus esquemas foram acionados.
Você já ouviu muito a palavra trauma . Toda vez que um amigo, um conhecido passa por uma situação muito difícil como um assalto, uma doença, um namorado exageradamente ciumento dizemos que ficou traumatizada .
Em psicologia usamos um termo mais completo Transtorno do stress pós traumático - TSTP.
Tanto podemos usar a palavra no original stress  como em nosso idioma estresse.  As duas formas são perfeitamente aceitas.
A palavra trauma  foi absorvida da física, onde trauma  se refere à pressão que os materiais sofrem. Quando os psicólogos, estudiosos do comportamento, buscavam uma palavra para  identificar o sofrimento psicológico  de quem passou por situações muito fortes que deixaram marcas emocionais  com seqüelas por  toda uma vida reconheceram que a palavra traumatizado  encaixava-se perfeitamente bem.
O que me faz pensar é:

Porque alguns ficam traumatizados com coisas que nem abalam outros?

Meus 20 anos (mais um pouco até) na psicologia me deram respostas tanto para entender estas pessoas, como para ajudá-las a viver novamente sem as seqüelas dos traumas . As respostas que eu obtive foram:
- Algumas pessoas são mais sensíveis que outras. Algumas tem esta característica desde  que nasceram - podemos dizer que são características herdadas geneticamente. Outras se tornaram sensíveis ao decorrer da vida, um dia ela é maltratada na escola por seus coleguinhas e por azar não obteve apoio ou ajuda para aprender a ser assertiva, outro dia não consegue resolver uma questão em suas tarefas e se sente fracassado. São situações menores, mas poderosas quando acontecem em número elevado. Um dia, esta mesma pessoa passa por um seqüestro relâmpago,  é demitida injustamente, morre um ente querido e ela não supera, passa a ter esta situação traumática  percorrendo seus pensamentos todos os dias, ela evita passar pelo local onde a situação dolorosa aconteceu, acorda no meio da noite sobressaltada. Esta pode estar sofrendo do Transtorno do stress pós traumático.
Traumas de infância são aquelas experiências danosas que deixam marcas. Estas marcas passam a influenciar muito de sua vida. Você pode fazer escolhas erradas, como por exemplo, recusar a proposta de emprego de uma pessoa que de alguma forma te lembra alguém que te causou muito em sua infância. Os traumas também podem influenciar no sentido de te impedir, você passa a deixar de fazer coisas que seriam muito benéficas devido aos traumas, como por exemplo deixar de viajar pois você passou por sofrimentos durante as viagens da infância.

Os traumas de infância formam os esquemas

Nós percebemos o mundo através de nossos esquemas. Por exemplo: Uma pessoa, que quando criança  desenvolve um esquema de incompetencia - perceber-se incompetente - raramente desafia esta crença, mesmo quando adulta.  O esquema habitualmente não se modifica sem tratamento, mesmo um sucesso “esmagador” na vida dessa pessoa que acredita ser incompetente não é suficiente para rompê-lo. A pessoa está mergulhada no esquema. O esquema luta por sua própria sobrevivência. Nem sempre o indivíduo tem percepção deles.
As pessoas  apresentam emoções extremamente negativas e pensamentos disfuncionais porque seus esquemas foram acionados, mas nada disso precisa se manter assim pois a psicoterapia oferece excelentes recusros para superação de traumas.


falar morte criança

A morte de um ente querido pode causar trauma. Segue algumas dicas para evitar este tipo de trauma infantil

Entrevista cedida pela psicóloga Marisa de Abreu para o jornal O Liberal

Como falar sobre morte com uma criança

- Como responder a uma criança que pergunta para onde um ente querido vai quando morre?

Psicóloga: Esta resposta está fortemente vinculada à crença à qual a família quer criar esta criança. Várias respostas são corretas conforme a religião da familia: “Ele foi para o céu”, ou “Foi para um lugar bonito e tranquilo”, ou “O tempo dele acabou, como tudo na vida tem um fim, mas estará sempre em nossos corações e nossas lembranças”, “Ele ficará num lugar bacana até que volte para Terra com outro corpo, mas sua alma continuará a mesma”, etc.

- O que falar para a criança para parar aquela dor no peito da saudade?

Psicóloga: “Vamos pensar nos momentos bonitos que tivemos juntos, essas lembranças são suas e nada nem ninguém poderá tirar de nós. Você lembra quando.... (passeamos juntos..., ele te deu aquele presente..., ele fez aquela surpresa..., etc). Somos muito sortudos por te-lo em nossas vidas, e isso é muito bom. Valeu a pena curtir com ele e mesmo que já tenha acabado ele continuará em nós na forma dos ensinamentos que nos passou. Ele nos ensinou que é muito bom gostar de alguém, que devemos continuar a manter pessoas legais em nossas vidas.”

- E se ela perguntar: quanto tempo eu tenho que ficar triste?

Psicóloga: “É muito normal que você fique triste, pode se sentir assim pelo tempo que perceber que a tristeza vem. Eu também estou triste e isso só significa que ele era muito importante para nós e que temos muita sorte por tê-lo  conosco por esse tempo que passamos juntos. Essa tristeza pode ser incomoda agora mas com o tempo você verá que te fortaleceu e te ajudará a curtir cada momento bom com as pessoas que estão com você.”

- Se ela pedir para ter fotos no quarto dessa pessoa que se foi, como responder à ela?

Psicóloga: “Sim, você pode lembrar dele o quanto quiser e as fotos ajudam a manter a memória viva. Olhe para estas fotos com o carinho que você gostaria de mostrar se ele estivesse aqui agora e deixe seu coração ficar feliz por você ter a oportunidade de manter lembranças tão legais dele.”

- O que dizer se ela pedir para ir no cemitério quando fizer aniversário da morte?

Psicóloga: “Sim, pode ir, iremos juntos, compraremos flores e deixaremos bonito o lugar que representa sua passagem por nossas vidas. Lembraremos dele com carinho.”

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